SAIBA QUAL A NATUREZA DAS SUAS DESPESAS PESSOAIS

SAIBA QUAL A NATUREZA DAS SUAS DESPESAS PESSOAIS

Você decidiu colocar suas finanças em ordem? Então será preciso elaborar um orçamento doméstico para controlar suas receitas e despesas pessoais ou familiares, classificar as despesas é extremamente importante para não se perder na hora de fazer as contas.

 

Na elaboração do orçamento doméstico você pode registrar suas receitas e despesas em uma planilha de gastos, software, APP ou mesmo em papel, para acompanhar e manter o equilíbrio das contas.

Veja como elaborar um orçamento doméstico passo a passo aqui.

Para um bom planejamento e gerenciamento das contas é preciso seguir alguns critérios, assim você não corre o risco de se perder quando for registrar e analisar as receitas e despesas, e terá melhores condições de determinar, caso seja necessário, quais despesas devem ser cortadas ou reduzidas.

Para isso, as despesas devem ser classificadas em despesas fixas e variáveis, desdobradas em Principais e Secundárias.

ENTENDA MELHOR AS DESPESAS PESSOAIS – CLASSIFICAÇÃO DAS DESPESAS

 

Despesas Principais fixas

 

São despesas de pagamento indispensável, básico, obrigatório. Esse tipo de despesa não permite corte nem redução do valor. O pagamento da parcela do financiamento de casa, por exemplo, de certa forma, não é possível deixar de pagá-lo, nem reduzir o valor. Por isso são considerados valores de despesas fixas.

O pagamento de aluguel também é uma despesa fixa Básica, seu pagamento é obrigatório, e a princípio não tem como reduzir o valor.

Deve-se ter muito cuidado com esse tipo despesa, afinal, em uma situação de redução ou corte de despesas no orçamento doméstico, será difícil alterar seu valor.

 

Despesas Secundárias Fixas

 

Ao contrário das despesas Principais fixas esse tipo de despesa não é essencial, vem em segundo plano,  porém, o seu valor é fixo, não podendo ser reduzido (a princípio).

A despesa com academia, por exemplo, não é uma despesa principal e obrigatória, ela é secundária, e seu valor é fixo.

Assinatura de revistas, apesar de muitas pessoas acharem o contrário, não é uma despesa principal. O valor (semanal, mensal, anual etc.) desta despesa é fixo, e a princípio também não pode ser alterado.

As despesas que se encontram nesta categoria, apesar de terem seus valores fixos, sem possibilidade de redução, podem ser eliminadas em uma situação de redução de gastos.

A academia, por exemplo, poderia ser substituída por exercícios ao ar livre, já as revistas, por leitura on-line em sites relacionados. Assim os valores destas despesas poderiam ser reduzidos do orçamento.

 

Despesas Principais Variáveis

 

São despesas essenciais, de natureza obrigatória. Estão em primeiro plano e não podem ser eliminadas, porém, é possível reduzi-las caso seja necessário.

As despesas com água, energia elétrica, alimentação, são exemplo de despesas Principais variáveis. Não podem ser eliminadas, porém, com um pouco de disciplina podem ser reduzidas e/ou realizadas de forma mais racional.

 

Despesas Secundárias Variáveis

 

Essas despesas não são de natureza obrigatória, por isso, são as primeiras a serem cortadas caso haja necessidade de ajuste no orçamento.

Para alguns são despesas supérfluas, para outros artigos de luxo. Claro que essa análise é totalmente individual, mas de modo geral bebidas alcoólicas, fumo, joias, roupas de marcas, por exemplo, se encaixam neste tipo de despesas.

Agora que você já sabe como classificar suas despesas, comece a elaborar seu orçamento doméstico e boa sorte.

 


CONTROLE DE GASTOS – PORQUE CLASSIFICAR AS DESPESAS?

CONTROLE DE GASTOS – PORQUE CLASSIFICAR AS DESPESAS?

Para ter uma vida saudável financeiramente, não é segredo nenhum que não se deve gastar mais do que ganha. Ter um controle de gastos, seja em uma planilha de gastos, em algum software ou mesmo em um caderno, é essencial para manter as contas em equilíbrio.

 

Ao elaborar um orçamento doméstico deve-se anotar todas as receitas e despesas para conseguir um controle efetivo de tudo que se recebe e se gasta.

Para que haja um bom gerenciamento das despesas em seu orçamento doméstico é preciso ter uma metodologia que facilite a identificação de cada uma delas, classificando-as de tal forma que facilite sua identificação e sua natureza.

 

Já tentou identificar pessoas conhecidas em uma multidão?

 

Com certeza não é uma tarefa muito fácil. Com suas despesas também não é diferente, se você não classificá-las, ficará difícil saber a natureza do gasto, ou seja, ficará difícil saber onde você está gastando seu dinheiro.

Além de ser fundamental para unir diversos tipos de receitas em grupos (categorias) e reduzir a quantidade de informações para melhor análise, classificar as despesas no controle de gastos contribui, e muito, na hora de decidir onde cortar gastos para equilibrar o orçamento.

Veja por exemplo, que quando se classifica as despesas em fixas e variáveis, estamos dizendo que determinadas despesas serão mais difíceis de se reduzir caso necessário (fixas) pois possuem um valor fixo mensal, já outras (variáveis) serão mais fáceis de se reduzir considerando que seu valor pode variar mês a mês.

Não há uma metodologia única de classificação das despesas, o desdobramento das mesmas é muito subjetivo e dependerá de cada situação e de cada pessoa.

Uma maneira simples para determinar qual a classificação a ser usada é fazer com que seu desdobramento responda quando, como e onde foram gastos seus recursos. Leia o artigo Entenda melhor a natureza de seus gastos assim você terá condições de fazer uma boa classificação de suas despesas quando for elaborar seu orçamento doméstico.

Sucesso …

 


ORÇAMENTO DOMÉSTICO: VOCÊ NO CONTROLE DAS FINANÇAS

ORÇAMENTO DOMÉSTICO: VOCÊ NO CONTROLE DAS FINANÇAS

Não importa o salário nem o patrimônio de cada um, todos estão sujeitos às dificuldades financeiras, até mesmo os homens mais ricos podem perder suas fortunas conforme vão gastando sem planejamento, além disso, não estar no controle das finanças pode inviabilizar sonhos, tornando a vida medíocre e frustrante.

 

Não é difícil encontrar pessoas que reclamam da sua condição financeira: é a roupa que não conseguiu comprar, a dívida no banco que aumenta a cada dia, o pagamento do aluguel porque não conseguiu adquirir a casa própria, a idade avançada sem previsão de aposentadoria etc. Pior, a grande maioria joga toda a culpa no “salário”: “Ganho pouco por isso não sobra nada no final do mês”.

As dificuldades financeiras são decorrentes do mau uso do dinheiro, ou seja, da falta de planejamento das finanças. Muitas pessoas veem o dinheiro indo embora e se quer se dão conta em que foi aplicado.

Como superar estas dificuldades e controlar melhor as finanças? Elaborando um orçamento doméstico!

O orçamento doméstico é uma ferramenta de planejamento, com ele é possível direcionar seus recursos de maneira eficaz equilibrando suas despesas com as receitas, em outras palavras, ajuda você a controlar seus gastos e não gastar mais do que ganha.

 Além do mais, o orçamento doméstico possibilita a transformação de sonhos em objetivos financeiros, ou seja, tirar os sonhos do mundo irreal e transformá-los em algo exequível, mensurável, atingível.

Não se deve confundir orçamento doméstico com controle de despesas ou gastos, ocorre que controlar os gastos é uma etapa posterior ao orçamento, o orçamento é prévio, é programar para onde pretende direcionar seus recursos. Controlar as despesas ou gastos é parte do acompanhamento do orçamento para garantir que o que foi orçado realmente se concretize.

Para elaborar um bom orçamento doméstico deve-se considerar seis pontos importantes:

  1. Registrar as Receitas
  2. Determinar os Objetivos Financeiros (saiba mais)
  3. Registrar as Despesas
  4. Classificar as despesas por categorias
  5. Fazer ajustes se necessário para manter o equilíbrio entre receitas e despesas
  6. Acompanhar o que foi orçado para garantir sua execução

Saiba como elaborar um orçamento doméstico passo a passo: Click aqui

 


PORQUE DEDICAR UM TEMPO AO ORÇAMENTO DOMÉSTICO?

PORQUE DEDICAR UM TEMPO AO ORÇAMENTO DOMÉSTICO?

Descontrole financeiro, dívidas frequentes, brigas familiares por falta de dinheiro, falta de perspectiva para o futuro? Um orçamento doméstico pode lhe ajudar. Entenda qual a importância de se fazer, e como ele lhe ajudará em problemas dessa natureza.

 

Para que você entenda qual a importância do orçamento doméstico, e como ele irá lhe ajudar no controle de suas finanças, veja essas dez razões do porque dedicar um tempo na elaboração de um orçamento doméstico.

Porque elaborar um orçamento doméstico? em que ele irá ajudá-lo?

 

# 01 – Saber qual o caminho a seguir

 

Você já arrumou as malas para uma viagem, embarcou no carro, pegou a rodovia, e em enquanto se distanciava começou a pensar qual seria seu destino? Muito provavelmente não! Certamente planejou seu destino com uma certa antecedência.

Com o orçamento doméstico não é diferente, planejar com antecedência para onde vai seu dinheiro, fará com que você maximize seus recursos direcionando-os para coisas que realmente vale a pena.

Assim você estará focado nas coisas importantes, e sempre que for tentado a desviar do seu caminho, ou se sentir perdido, o orçamento doméstico estará lá para lembrá-lo do caminho certo.

 

# 02 – Transformar sonhos em projetos

 

O orçamento doméstico lhe ajudará transformar sonhos em objetivos financeiros, em projetos vivos. Em outras palavras, trazer seus sonhos para realidade, para um patamar onde possam ser contemplados de forma realizável, real e programada.

 

# 03 – Prevenir-se contra imprevistos

 

Frequentemente acontecem imprevistos: um conserto inesperado na residência, um defeito ou acidente com o veículo, problemas de saúde na família, um presente para um casamento que você foi convidado etc.

Acontece que nem sempre estamos preparados financeiramente para esses imprevistos, por isso, uma reserva para emergências considerada seu orçamento, lhe dará tranquilidade e segurança para enfrentar possíveis situações dessa natureza.

 

# 04 – Preparar-se para aposentadoria

 

Já ouviu aquela frase: “No presente está todo o tempo”? Você é no presente, consequência do que fez no passado, e o que está fazendo agora, será refletido no futuro.

Se você ainda não possui um recurso destinado à aposentadoria, algo está errado, mude agora e previna-se. Um bom orçamento lhe ajudará nesta tarefa, afinal, todos envelhecem, e viver bem, também inclui uma velhice financeiramente tranquila.

 

# 05 – Controlar qual é o destino do seu dinheiro

 

Você sabe para onde está indo seu dinheiro? Se você não sabe detalhadamente para onde estão indo seus recursos financeiros, você não está sozinho. Infelizmente não é difícil encontrar pessoas que não controlam suas despesas.

Com um orçamento doméstico é possível controlar seus recursos de forma clara o objetiva, não somente saberá para onde ele está sendo direcionado, como também terá a oportunidade de direcioná-lo para aquilo que realmente é importante para você e para sua família.

 

# 06 – Manter as contas em dia

 

Muita gente tenta manter as contas em dia e não consegue, quando se dão conta, estão no vermelho. A solução para isso é o planejamento, um dos objetivos do orçamento é o equilíbrio entre o que você ganha e o que você gasta.

Planejar e acompanhar o que foi planejado é o melhor caminho para viver tranquilo, e com as contas em dia.

 

# 07 – Seus filhos financeiramente responsáveis

 

Já se perguntou onde foi que seu filho pequeno aprendeu a falar uma palavra diferente? Ou a fazer algo inusitado? Certamente ele deve ter ouvido ou visto alguém fazer!

Nossos filhos são o reflexo daquilo que fazemos e dizemos. O orçamento familiar dever envolver todos da família, inclusive os filhos, transformar a elaboração e acompanhamento do orçamento doméstico em um hábito frequente, irá ajudar seus filhos aprenderem a lidar melhor com o dinheiro, a entenderem os limites da família e seus próprios limites.

 

# 08 –  Consumir com segurança

 

Fazer um orçamento doméstico não significa que devemos nos tornar muquiranas e nos privar de algo importante para poupar dinheiro, significa consumir com segurança.

Mas, o que significa isso? Consumir com segurança é direcionar nosso dinheiro para as coisas que realmente são  importantes, é poder gastá-lo de forma pensada e programada.

Com suas despesas programadas não terá a necessidade de contrair dívidas gastando mais do que ganha, se você programar uma viagem para a Disney no final do ano por exemplo, poderá aproveitar melhor o momento com sua família sem se preocupar com o que vai gastar, e sem se arrepender depois com o que gastou.

 

# 09 – Estar bem com você mesmo, e com sua família

 

Problemas de ordem financeira podem desencadear diversas complicações familiares e pessoais, a inadimplência por descontrole ou a falta de dinheiro para pagar as contas, por exemplo, pode levar ao stress, e consequentemente, queda de produtividade no trabalho, doenças, brigas com a esposa, filhos etc.

Na elaboração e acompanhamento do orçamento doméstico, com envolvimento de todos da família, é possível chegar a um entendimento comum. Sabendo quais responsabilidades, benefícios e limites cada um terá, será mais fácil administrar situações que envolvam dinheiro.

 

# 10 – Viver com os próprios meios

 

Nada melhor do que viver com seus próprios meios, suas receitas e suas despesas em perfeita harmonia, sem necessidade de se endividar com empréstimos, cartão de crédito ou cheque especial.

É isso que o orçamento lhe proporciona, uma vida financeiramente equilibrada sem deixar de lado seus sonhos e aspirações, e melhor, vivendo com seus próprios recursos.

Comece agora! elabore seu orçamento doméstico e planeje seu futuro e de sua família.

 


COMO ELABORAR O SEU ORÇAMENTO FAMILIAR PASSO A PASSO

COMO ELABORAR O SEU ORÇAMENTO FAMILIAR PASSO A PASSO

Elaborar um orçamento familiar é uma tarefa relativamente simples, basta apenas um pouco de tempo e dedicação.

Para quem quer atingir a independência financeira, é indispensável ter na ponta do lápis o que realmente quer fazer com o dinheiro que ganha.

Neste artigo vou mostrar passo a passo como elaborar um orçamento familiar de forma fácil e eficaz, ao final, além de saber para onde estará destinando seus recursos, você terá em mãos uma poderosa ferramenta de realização de sonhos.

Antes de continuarmos, quero fazer uma pequena consideração a respeito do tema.

Tenho observado que alguns autores consideram o orçamento familiar e controle de gastos ou despesas como sendo a mesma coisa, entendo que na prática, não devemos confundir os dois conceitos, pois apesar de estarem intimamente ligados, e serem muitas vezes mencionados como iguais, ocorrem em momentos distintos, vejamos:

  • O orçamento é etapa inicial, etapa de planejamento onde são estimados os valores de receitas e despesas a serem executadas num determinado período de tempo;
  • Uma vez estimado suas receitas e despesas, tendo seu orçamento em equilíbrio, é necessário então o acompanhamento de como ele está se comportando, ou seja, agora entra em cena o controle de gastos ou despesas, é com ele que você irá verificar se o que foi previsto no orçamento está realmente acontecendo, se não estiver, você terá a oportunidade de fazer os ajustes necessários.

Uma vez compreendido a diferença entre orçamento familiar e controle de gastos, vamos então ao orçamento passo a passo.

 

DICAS PARA COMEÇAR

 

  1. Reúna toda a família, inclusive os filhos, todos devem estar cientes da importância da saúde financeira da família, ademais, para atingir metas será necessário esforço e comprometimento de todos;
  1. Junte todos os comprovantes de receitas e despesas de meses anteriores, extratos bancários, investimentos, declaração de IR, água, energia elétrica, financiamentos, prestação da casa etc. Alguns irão possuir valores fixos mensais, outros será preciso calcular a média dos últimos meses;
  1. Como já mencionei, o orçamento é uma ferramenta de planejamento, e para planejarmos bem, temos que definir qual o período que queremos planejar: uma semana, um mês, um ano etc. Considero importante que o orçamento seja elaborado para pelo menos um ano, sendo dividido em meses para facilitar o acompanhamento, assim, receitas e despesas sazonais como 13ª salário e IPTU não ficarão de fora. Além disso você poderá ter objetivos financeiros de médio e longo prazo que dependeram de um prazo maior de acompanhamento.

 

PASSO 1 – REGISTRE SUAS RECEITAS

 

Inicie seu orçamento registrando a previsão de suas receitas mês a mês, não esqueça nenhuma: salários, pró-labores, dividendos, aluguéis etc.

Para quem recebe 13º salário e 1/3 de férias, registre-os no mês em que ocorrerão.

Se você não possui uma receita fixa, recebe por comissão por exemplo, faça uma média de suas receitas considerando os últimos 6 meses, apenas observe se não há grandes variações no valor de um mês para outro, para evitar que a média não fique prejudicada, nestes caso você poderá considerar uma amostra maior, como um ano por exemplo.

Você pode registrar sua renda bruta e depois registrar os descontos como despesa, ou pode registrar a renda líquida, já deduzidos os impostos.

 

PASSO 2 – DEFINA SEUS OBJETIVOS

 

Defina seus objetivos com clareza, considere desde os mais simples, como comprar um televisor ou uma geladeira, até os mais relevantes como garantir a aposentadoria ou comprar uma casa nova.

Para definir um objetivo você deve responder às seguintes perguntas:

  • Qual é o objetivo? Comprar um carro, um eletrodoméstico, viajar no final de ano, pagar as dívidas, ter uma reserva para emergências, poupar para faculdade dos filhos, poupar para a aposentadoria etc.
  • Quanto custa? Qual é o valor necessário para que o objetivo seja atingido.
  • Em quanto tempo irá atingir? Os objetivos devem ser separados em curto, médio e longo prazo. Curto prazo, até um ano; Médio prazo, até dez anos; Longo prazo acima de dez anos;

Dê prioridade ao que realmente é importante para você e sua família, muitas pessoas, estabelecem objetivos consumistas, que trazem satisfação momentânea apenas.

Procure focar em seus verdadeiros sonhos, aqueles que lhes proporcionará segurança, conforto e lhe darão satisfação plena quando se tornarem realidade.

Seja realista, objetivos que necessitam de um recurso maior devem ser considerados de médio a longo prazo, caso contrário você poderá se frustrar por não alcançá-los.

 

PASSO 3 – DEFINA AS DESPESAS

 

Faça uma lista com todas as despesas que você espera ter no mês, com o máximo de detalhe possível, é extremamente importante considerar todos os gastos, por menores que sejam, das compras no mercado até o cafezinho do dia a dia.

As faturas e comprovantes de meses anteriores servirão de base para lhe ajudar, anote todos os valores de cada uma delas.

Da mesma forma que as receitas, algumas despesas não possuem valores fixos mensais como água ou energia elétrica por exemplo, assim, faça uma média dos valores gastos nos últimos 6 meses para estimar esse tipo de despesa.

 

PASSO 4 – CLASSIFIQUE AS DESPESAS

 

As despesas possuem características próprias, por exemplo: algumas ocorrem com frequência, outras esporadicamente; algumas apresentam valores mensais fixos, outras variam mês a mês.

Sendo assim será necessário dividir as despesas de acordo com a característica de cada uma, isso irá facilitar o planejamento, e ajudar a identificar melhor para onde está sendo destinado seus recursos.

Classifique as despesas por grupos de destinação, isto facilitará o acompanhamento dos gastos mês a mês.

Exemplo de classificação de despesas por grupo:

 

Grupo Despesa
Alimentação Alimentação fora de casa, Supermercado, Panificadora etc
Moradia Água, Energia elétrica, gás de cozinha, reformas
Transporte Combustível, vale transportes, despesas com veículo
Saúde Plano de saúde, medicamentos, consultas, exames
Educação Material escolar, livros, mensalidade da escola

 

PASSO 5 – FAÇA AJUSTES SE NECESSÁRIO

 

De posse das receitas, dos objetivos e das despesas, some tudo e diminua os objetivos e as despesas da receita, se o resultado for negativo isso significa que é preciso ajustar seu orçamento.

É preciso que seu orçamento esteja equilibrado (receitas = objetivos+despesas), só assim você terá certeza da realização de seus objetivos.

Para muitos essa é a parte mais difícil, muitos consideram um sacrifício ter que fazer cortes nisso ou naquilo, na realidade, se houver a necessidade de um esforço maior, lembre-se que você não está fazendo um sacrifício doloroso, apenas está direcionado seus recursos para aquilo que realmente valerá a pena.

Inicie seu ajuste eliminando despesas supérfluas e desnecessárias, leia o artigo: Dicas de como Reduzir gastos domésticos, ele lhe ajudará a identificar algumas destas despesas.

Depois reveja suas despesas variáveis, (entenda aqui sobre a natureza de suas despesas – variáveis e não variáveis) elas que variam de acordo com a utilização e/ou consumo, talvez seja necessário a redução no valor de algumas delas.

Procure o equilíbrio de seu orçamento ajustando essas despesas, busque maximizar seus recursos em cada uma delas, se ainda assim seu orçamento estiver desequilibrado, então você deve rever seus objetivos.

Como regra geral, sugiro que tente aumentar os prazos para atingi-los, assim você terá a oportunidade de não abrir mão de nenhum deles.

 

PASSO 6 – ACOMPANHE SEU ORÇAMENTO

 

Como já mencionei anteriormente, o orçamento é uma forma de planejar para onde estará sendo direcionado seu dinheiro, feito seu planejamento, agora é preciso garantir que o que foi planejado, realmente se realize.

Para isso, é necessário o acompanhamento de seus gastos ou despesas, para que os mesmos não superem aquilo que foi planejado.

Sucesso, e até mais!!