5 Fatores que Influenciam suas Decisões Financeiras (E Como Assumir o Controle do Seu Dinheiro)

5 Fatores que Influenciam suas Decisões Financeiras (E Como Assumir o Controle do Seu Dinheiro)

Você já parou para pensar por que toma determinadas decisões financeiras?
Muitas vezes, compramos algo ou investimos sem perceber o que realmente nos levou a agir. É quase automático. Mas, na prática, nossas escolhas com o dinheiro são guiadas por diversos fatores — e entender quais são eles é essencial para tomar decisões mais inteligentes e alinhadas com nossos objetivos.

Se você deseja melhorar sua relação com o dinheiro e tomar decisões que realmente fazem sentido para sua vida, continue lendo. Você vai descobrir os principais fatores que influenciam suas decisões financeiras e como usá-los a seu favor.


1️⃣ Personalidade e Emoções: O impacto invisível nas finanças

 

Nossas emoções têm um poder enorme sobre nossas escolhas. Medo, ansiedade, euforia, impulsividade… Tudo isso pode nos levar a tomar decisões precipitadas, especialmente quando se trata de dinheiro.

Por exemplo:

  • Uma pessoa ansiosa pode evitar investimentos com medo de perder dinheiro, mesmo sabendo que deixar tudo na poupança rende muito pouco.

  • Já alguém impulsivo pode gastar sem pensar, comprando por impulso para sentir um prazer momentâneo.

Além das emoções, a personalidade financeira conta muito. Pessoas mais cautelosas tendem a ser poupadoras. As mais ousadas podem assumir riscos maiores.

Como lidar com isso?
Autoconhecimento é a chave. Quando você entende o seu perfil e como as emoções afetam suas decisões financeiras, consegue controlar melhor seus impulsos e fazer escolhas mais racionais.


2️⃣ Experiências Passadas: O que vivemos molda o que fazemos hoje

 

Nossa história financeira também pesa — e muito.
Se você cresceu em uma casa onde o dinheiro sempre foi escasso, pode ter desenvolvido medo de gastar. Por outro lado, quem teve abundância na infância pode ter uma relação mais relaxada (ou até irresponsável) com o dinheiro.

Essas experiências ficam guardadas no nosso subconsciente e influenciam como vemos o dinheiro hoje.

O que fazer?
Faça um exercício de reflexão. Pense em quais momentos da sua vida moldaram suas crenças sobre dinheiro. Identificar isso ajuda a romper padrões que podem estar atrapalhando suas finanças no presente.

3️⃣ Saúde Física e Mental: Seu bem-estar também afeta seu bolso

 

Pode parecer estranho, mas saúde e finanças estão mais ligadas do que você imagina.

Quando estamos com problemas de saúde ou passando por momentos emocionalmente difíceis, é comum:

  • Gastar mais para aliviar o estresse (compras por impulso).

  • Ter custos inesperados com tratamentos ou medicamentos.

  • Perder produtividade ou até a capacidade de gerar renda.

Como evitar que isso afete suas finanças?
Cuidar da saúde física e mental deve ser parte do seu planejamento financeiro. Reservar uma parte do orçamento para emergências e buscar equilíbrio emocional são atitudes inteligentes para manter o controle.

4️⃣ Cultura e Sociedade: A influência dos outros nas suas decisões financeiras

 

Vivemos em um mundo onde o consumo é incentivado o tempo todo. Redes sociais, amigos, família, propagandas… Todos enviam sinais sobre o que devemos comprar para sermos “felizes” ou “bem-sucedidos”.

Essa pressão pode nos levar a:

  • Comprar para impressionar.

  • Gastar com status, não por necessidade.

  • Assumir dívidas para manter um padrão social.

Como se proteger?
Estabeleça seus próprios valores e objetivos financeiros. Quando você sabe o que quer, fica mais fácil ignorar a pressão externa e fazer escolhas que realmente importam para sua vida.

5️⃣ Conhecimento Financeiro: Informação é poder (e economia também)

 

De todos os fatores, este é o que você mais consegue controlar.
Quanto mais você sabe sobre finanças, melhores são suas decisões.

Quem tem conhecimento financeiro sabe:

  • Como funcionam os juros e como evitá-los.

  • A importância de investir para o futuro.

  • Como montar um orçamento que funciona de verdade.

Já quem não entende de finanças fica vulnerável a:

  • Gastar mais do que pode.

  • Cair em armadilhas financeiras.

  • Deixar o dinheiro parado ou se desvalorizar.

Como melhorar seu conhecimento financeiro?
Invista em você! Leia artigos, assista vídeos educativos, faça cursos e, principalmente, aplique o que aprender no seu dia a dia. Educação financeira é o melhor presente que você pode dar para o seu futuro.

Entenda para mudar

Muitas vezes achamos que nossas decisões financeiras são totalmente racionais. Mas, na prática, elas são fruto de um mix de emoções, experiências, ambiente e conhecimento.

Reconhecer os fatores que influenciam suas decisões financeiras é o primeiro passo para mudar. Quanto mais consciente você for sobre o que está por trás das suas escolhas, mais fácil será controlar o dinheiro — e não ser controlado por ele.

Comece hoje mesmo a observar suas decisões. Pergunte-se sempre:

“Estou fazendo isso porque faz sentido para meus objetivos ou estou sendo levado por emoções, hábitos ou pressões externas?”

Esse simples exercício pode transformar sua relação com o dinheiro e colocar você no caminho da liberdade financeira.

VOCÊ É FELIZ COM O QUE TEM? CUIDADO AO RESPONDER ESTA PERGUNTA!

VOCÊ É FELIZ COM O QUE TEM? CUIDADO AO RESPONDER ESTA PERGUNTA!

Ser feliz é uma questão de escolha!… Pelo menos até um certo ponto!

Digo até um certo ponto porque, apesar de algumas linhas de pensamento considerarem que nós somos totalmente responsáveis pelo que nos acontece, prefiro acreditar que na maioria das vezes somos responsáveis pelo que nos acontece.

Isso significa que não somos indefesos aos acontecimentos, temos a capacidade de analisar, interpretar e reagir da maneira que acharmos a mais correta.

Não temos controle sobre todos os eventos que acontecem em nossas vidas, mas podemos controlar nossos pensamentos e nossos sentimentos a respeito desses eventos.

É comum em um momento de tristeza ouvirmos aquela frase: O tempo cura tudo!

A verdade é que não é o tempo quem vai curar, neste caso, o tempo é irrelevante, o que vai curar é a maneira com que você reage ao que aconteceu.

Para uns, acontecimentos ruins podem ser rapidamente superados, para outros, podem levar anos.

Da mesma forma, o que nos deixa triste não é o que acontece, mas sim, a maneira que reagimos ao que acontece.

Por analogia, ser feliz ou não com o que temos depende da maneira com que vemos as coisas:

  • Podemos ter pouco e entendermos que é o suficiente;
  • Podemos ter o suficiente e entendermos que é o ideal;
  • Podemos ter muito e ainda acharmos que não é suficiente…

Claro que aqui no Guia das Finanças podemos considerar que estamos falando da nossa vida Financeira: de bens materiais, de patrimônio, de dinheiro…

Mas esse conceito não se aplica somente a isso! Podemos aplicá-lo em várias outras áreas da nossa vida como saúde, relacionamentos, carreira etc.

Acontece que por trás dos nossos sentimentos de felicidade ou infelicidade a respeito do que temos podem se esconder entendimentos equivocados e crenças disfuncionais que nos carregam para uma vida sem resultados e medíocre.

Leia este artigo até o final e você vai compreender porque nunca estamos satisfeitos com o que temos, e o que fazer para não cair nas armadilhas que nos levam a uma vida medíocre, achando que o que temos é o suficiente.

O que você vai ver neste artigo:

 

EU QUERO SEMPRE MAAAAIS…

Eu quero sempre mais de ti!

 

Eu quero sempre maaaaais,
Eu quero sempre maaaaais,
Eu espero sempre maaaaais …. de ti!

Nada como o bom e velho rock brasileiro, não sei você, mas eu sempre fui apaixonado!

Quando a banda IRA! lançou a música EU QUERO SEMPRE MAIS acústico, que maravilha… com a participação da cantora Pity então…

A letra da música fala de um amor distante, e do desejo de estar junto da pessoa amada.

Acontece que sempre queremos mais, mais, e mais…

No amor, nas amizades, na profissão, nas coisas do dia a dia…

Queremos mais dinheiro, queremos mais saúde, queremos mais prosperidade! E, naturalmente, não há nada de errado nisso!

É o querer mais, o desejo ardente, a ambição, que movem o mundo!

As pessoas confundem ambição com ganância.

Ambição não é ganância!

“Ser ambicioso é uma qualidade e não um defeito, um pecado, uma falha de caráter.

Já falei sobre esse assunto neste artigo: EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA CRIANÇAS: DICAS DE COMO FALAR SOBRE DINHEIRO COM OS FILHOS

O problema é quando o “querer sempre mais” se torna o motivo de busca pela felicidade!

Diversos são os fatores que levam as pessoas a não estarem satisfeitos com o que tem e querer sempre mais, a pressão da sociedade, por exemplo, é um deles.

Infelizmente, para uma sociedade altamente consumista como a que vivemos, a felicidade não está no que temos, mas sim no que queremos ter.

“O Galaxy J7 já não me faz mais feliz depois que a Samsung lançou o Galaxy S8”

“O meu carro se tornou obsoleto a partir do momento em que o carro novo do vizinho entrou na garagem dele”

Influenciados por um padrão de vida onde a sociedade cobra e julga o “TER”, muitas pessoas são levadas há um modelo distorcido de felicidade, um modelo que jamais vão alcançar.

Você já deve ter ouvido aquela frase: “Se você não é feliz com o que tem, nunca vai ser feliz com o que falta!”

É simples, é um “chavão”, mas sim… é a pura verdade!

Ser feliz  com o que temos é uma questão de se concentrar nas coisas boas que a vida nos oferece, ser grato por isso, e afastar expectativas irrealistas de que só o que falta é que nos fará felizes.

 

TRISTEZA OU FALTA DE GRATIDÃO?

Tristeza ou falta de Gratidão?

 

Quando damos muita atenção a determinada coisa ou assunto, isso se expande!

Quando uma mulher está grávida, para ela e para seu marido, o que eles mais veem na rua? – Mulheres grávidas!

Se você já comprou um carro diferente, seja um modelo novo ou usado, é bem provável que depois de algum tempo você começou a ver circulando pelas ruas carros iguais ao seu: mesmo modelo, mesmos acessórios e até a mesma cor.

A verdade é que não são todas as mulheres que estão grávidas ao mesmo tempo, e nem todos resolveram comprar o mesmo carro! Isso é reflexo de uma observação mais filtrada do cérebro dando foco àquele tipo de acontecimento ou coisa!

Da mesma forma, se damos mais atenção às coisas que nos faltam vamos cair em um ciclo de tristeza, descontentamento e frustração.

O segredo está na gratidão! Em focar no que já conquistamos e sermos gratos por isso!

Ao contrário, se não estamos gratos com o que temos, jamais vamos conquistar a verdadeira felicidade.

A falta de gratidão nos leva a buscar sempre o próximo nível.

Se você não está feliz e agradecido com o seu carro, jamais vai ser feliz com o próximo, o próximo, o próximo…

Num primeiro momento uma casa super confortável, com piscina, sauna e um belo jardim lhe trará muitas alegrias, mas não felicidade!

Se não houver gratidão, depois de algum tempo as alegrias vão embora, tudo o que sobrará é rotina, banalidade, mesmice, e com isso, criamos novas expectativas de encontrar a felicidade no próximo nível.

Quando focamos naquilo que não temos, vivemos uma vida com sentimento de que nossos sonhos e ambições nunca serão realizados, então vivemos uma vida de frustrações.

Mas cuidado! Muito cuidado! É comum vermos pessoas dizerem que já são felizes com o que possuem e agirem como se nada mais fosse possível fazer para melhorar suas condições pessoais, profissionais, amorosas, financeiras etc.

Por trás de pensamentos e atitudes assim podem se esconder crenças limitantes que, mesmo inconscientemente, bloqueiam as pessoas de provarem da verdadeira felicidade, de serem pessoas melhores, de conquistarem o melhor que a vida pode oferecer.

 

FELICIDADE VERDADEIRA OU CRENÇA LIMITANTE?

Felicidade verdadeira ou crença limitante?

 

Não quero ser rico! – Disse um velho amigo meu.

“Já tenho tudo na vida, não preciso de mais nada para ser feliz! Tenho minha casa, minha família, meu trabalho … Já sou rico! Não preciso de mais nada” – disse ele.

Para que você entenda, esse amigo é uma pessoa simples, com hábitos simples, e uma rotina não muito diferente da rotina de muitas pessoas: Da casa para o trabalho, do trabalho para a casa, do banho para o sofá (televisão), do sofá para a cama, e no outro dia… Tudo de novo!

Veja, não seria nenhum problema se esse meu amigo dissesse que é feliz e que não quer ser rico, se ele não fosse “viciado” em jogos de loteria!

Você entende? Algo não está fechando!

Como pode alguém dizer que não quer ser rico, e ter tanta vontade assim de ganhar na loteria? Ou será que ele joga somente para “competir” e “gastar” alguns reais?

Muitas pessoas carregam crenças que as impedem de crescer na vida, de ter sucesso financeiro.

Se uma pessoa cresceu ouvindo dos pais que a vida é assim mesmo, que não tem como mudar, que os ricos ficam cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres, é bem provável que essa pessoa acredite verdadeiramente nisso (tem uma crença).

Então, se ela nasceu em uma classe menos favorecida financeiramente, vai acreditar que não pode mudar nada ao seu redor, que a vida é assim mesmo, que quem nasceu pobre vai morrer pobre.

Essas verdades (crenças) ficam enraizadas no subconsciente da pessoa, e quando alguém pergunta se ela quer ser rica, ela vai criar um milhão de “historinhas” se justificando do porque não quer ser, até mesmo dizer que “Já é feliz assim”.

Não há nada de errado se você é feliz com uma vida simples, com hábitos simples, a felicidade se manifesta diferente em cada pessoa, e como já disse, devemos buscar a felicidade no que já temos através da gratidão!

Mas é importante refletir se nossas crenças – aquilo em que acreditamos, não estão nos impedindo de crescer na vida, não estão nos bloqueando.

Temos que refletir se realmente somos felizes ou se estamos inventando desculpas e contando “historinhas” para justificar uma atitude acomodada ou bloqueada por crenças limitantes.

 

ENTÃO? VOCÊ É FELIZ COM O QUE TEM?

Pense nisso:

Nunca busque a felicidade naquilo que você ainda não tem, você nunca vai ter tudo, então buscar felicidade no que lhe falta é uma busca sem fim.

 

Aprenda a ser grato e feliz com o que tem! Muitas vezes focamos no que queremos e negligenciamos totalmente o que já conquistamos.

 

Seja ambicioso, a ambição move o mundo! Queira mais da vida, mas porque você realmente quer e não porque você acha que precisa ter.

 

Aldecir Roberto

 

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Sucesso e prosperidade!

 

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EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA CRIANÇAS: DICAS DE COMO FALAR SOBRE DINHEIRO COM OS FILHOS

EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA CRIANÇAS: DICAS DE COMO FALAR SOBRE DINHEIRO COM OS FILHOS

Você gostaria que seus filhos se transformassem em adultos bem-sucedidos financeiramente, que tivessem dinheiro suficiente para garantir segurança e independência financeira, e que fossem capazes de viver uma vida mais feliz, tranquila e equilibrada?

Tenho certeza que sim…

Filho, o dinheiro é bom ou mau? – Perguntei um dia ao meu filho de 7 anos (na época).

Para minha surpresa, recebi uma resposta simples e direta: “Papai, vai depender do que a gente faz com ele”.

Claro que fiquei feliz com o que ouvi, afinal, diante de tantas dificuldades em educar os filhos, nada mais gratificante do que ver que o esforço vale a pena.

O dinheiro faz parte de nossas vidas.

Desenvolver a inteligência financeira desde cedo é fundamental para que os filhos se tornem adultos capazes de fazerem boas escolhas, de priorizarem o que realmente é importante, de superarem desafios financeiros e de tomarem decisões financeiras mais conscientes durante a vida.

O melhor investimento que podemos fazer para nossos filhos é a educação, não há dúvidas!

Mas é importante que essa educação não esteja limitada apenas ao ensino convencional.

A educação financeira também deve ter seu espaço, e deve ser ensinada para as crianças desde cedo.

Comumente os pais se preocupam com a escolha da melhor escola, dos melhores cursinhos para alcançarem as melhores universidades, cursos de línguas, esportes etc.

Acontece que a educação financeira é sempre deixada de lado.

Claro que na maioria dos casos são pais que também não foram educados financeiramente, porque seus pais também não foram.

Quando muito, vemos pais ensinando os filhos a guardarem dinheiro, poupando cada centavo sem um objetivo certo.

Com isso, formam adultos preocupados apenas em acumular dinheiro e incapazes de levar uma vida feliz e equilibrada.

Infelizmente muitos pais não dão conta da importância da educação financeira na vida dos filhos.

Então, ao longo dos anos, boas escolas e boas universidades formam ótimos profissionais, nas mais diversas áreas: Engenheiros, Contadores, Médicos, Farmacêuticos, Advogados etc.

Profissionais comprometidos e muito respeitados no que fazem, mas pouco preparados financeiramente.

O que estou dizendo é bem fácil de perceber, me responda a seguinte pergunta:

Em que nível de escolaridade você aprendeu a cuidar do seu dinheiro, a lidar melhor com suas escolhas financeiras, a consumir com consciência, a controlar seus impulsos consumistas, a investir bem suas economias e a controlar as contas para gastar menos do que ganha?

Mesmo que você possua nível superior, a menos que você tenha feito um curso voltado exclusivamente para esta área, muito provavelmente você nunca ouviu falar sobre esse assunto em sala de aula.

Se você é, ou pretende ser, pai ou mãe, pense nisso!

Busque também ensinar educação financeira para as crianças, eduque financeiramente seus filhos o mais cedo possível.

Faça com que eles participem das rotinas financeiras da casa e da elaboração do orçamento doméstico, assim, o hábito de se planejar financeiramente irá aos poucos fazer parte da vida deles.

Para ajudar você nesta tarefa, aqui vão algumas dicas para que você comece a desenvolver uma mentalidade financeira mais rica em seus filhos.

DE ONDE VEM O DINHEIRO?

De onde vem o dinheiro

 

É preciso ensinar aos filhos desde pequenos sobre a origem do dinheiro.

Para muitas crianças o dinheiro é algo que simplesmente existe e está lá, disponível a qualquer momento.

Quando estamos fazendo compras no supermercado, por exemplo, o que as crianças veem é que o dinheiro brota da carteira ou que um simples cartão de plástico quando passado em uma maquininha, paga a conta.

As crianças devem saber que o dinheiro é um meio de troca e que para consegui-lo é necessário esforço, tempo, dedicação e conhecimento.

Devem saber que o dinheiro pode vir:

  • Do salário (que é a troca das horas de trabalho por dinheiro);
  • De um negócio próprio (uma loja, por exemplo);
  • Do trabalho autônomo (Engenheiros, médicos, advogados);
  • Dos investimentos (juros, casa de aluguel, dividendos etc.)

Enfim, que o dinheiro não é algo que simplesmente nasce no banco ou na carteira dos pais.

O Banco Central disponibiliza gratuitamente uma cartilha bem interessante para crianças, a cartilha ensina de forma simples qual a origem do dinheiro, você pode baixar gratuitamente a cartilha aqui: Cartilha sobre o dinheiro BCB

O DINHEIRO POR SI SÓ NÃO É BOM NEM MAU

Dinheiro não é bom nem mau

 

Se você já ouviu ou fala algo como: O dinheiro é o mal de todas as coisas; que dinheiro não é problema é solução; que ricos são mentirosos, corruptos, gananciosos; que dinheiro não traz felicidade etc.

Cuidado para não repetir isso para seus filhos.

Tudo isso são crenças a respeito do dinheiro que limitam as pessoas de crescerem financeiramente.

Essas informações ouvidas repetidamente formam bloqueios inconscientes que são convertidos em ações que prejudicam a vida financeira da criança no futuro.

Uma criança que cresceu ouvindo que os ricos são corruptos ou que são cruéis com os menos favorecidos, por exemplo, na sua vida adulta, muito provavelmente, mesmo que inconscientemente, fará de tudo para que o dinheiro não permaneça em suas mãos.

Porque em sua mente ela não quer se tornar corrupta ou cruel com os menos favorecidos.

É como se o cérebro dissesse:

“Não aproveite esta oportunidade, você pode ficar rico, ter muito dinheiro, e então você será corrupto, ganancioso, e uma pessoa má”

O dinheiro em si não é bom nem mau, depende do que você faz com ele.

Uma faca pode matar alguém ou cortar o alimento, a faca por si só não é boa nem má.

O dinheiro pode ser utilizado para financiar armas e tráfico de drogas, mas também pode ser utilizado para ajudar a manter entidades de assistência às pessoas.

Há ricos corruptos, há pobres também!

Há pobres infelizes, há ricos também!

Se o dinheiro é o mal de todas as coisas responda: Como os asilos são mantidos? Como as igrejas se mantêm? Como as fundações e instituições de caridade conseguem cuidar das pessoas?

Compreende como isso pode influenciar seus filhos no futuro?

Ensine isso aos seus filhos!

ENSINE SEU FILHO A SER AMBICIOSO

Ensine seu filho a ser ambicioso

 

Ambição não é ganância!

Ser ambicioso é uma qualidade e não um defeito, um pecado, uma falha de caráter.

Muitas pessoas confundem ambição com ganância, então usam a palavra ambição para desqualificar os sonhos e os desejos de alguém.

Ser ambicioso é bem diferente de ser ganancioso!

“O ambicioso quer chegar lá para se realizar e compartilhar, enquanto o ganancioso quer chegar primeiro para pegar a parte maior e não ter que repartir” – catequisar.com.br

A ambição é um forte desejo, um anseio de progredir, de alcançar um objetivo, de ter sucesso na vida…

Pessoas ambiciosas são aquelas que prosperam, são empreendedoras, são aquelas que tomam iniciativas, se arriscam, criam projetos e os colocam em prática.

Enfim…

São as pessoas ambiciosas que movem o mundo!

Ensine seus filhos a terem objetivos, ensine-os a buscarem o melhor que a vida pode oferecer e a não se contentarem com menos.

Deixe de lado as críticas e elogie sempre que eles apresentarem comportamentos ambiciosos e sonhos “impossíveis”.

JAMAIS FRUSTRE O SONHOS DOS SEUS FILHOS

Jamais frustre os sonhos dos seus filhos

 

Não temos dinheiro para isso!

Não podemos comprar isso!

Você não pode ter as duas coisas, escolha apenas uma!

Esqueça, você nunca vai ter algo assim!

Infelizmente as crianças são bombardeadas o tempo todo com frases de programação mental negativas.

Ao longo dos anos elas vão recebendo informações de várias fontes: pais, professores, líderes religiosos, propagandas, políticos etc.

Essas informações vão sendo armazenadas no cérebro da criança para que em momentos oportunos sejam utilizadas.

Veja que quando uma criança é “reprimida” e ouve com frequência: – Você nunca vai ter algo assim! – ela poderá criar uma crença limitadora de incapacidade.

A criança não possui defesas nem discernimento para argumentar a respeito de muitas coisas.

Assim ela tende a “gravar” como verdades absolutas o que veem, ouvem e presenciam, principalmente se isso vier dos próprios pais e carregado de uma forte emoção.

Essas informações, quando “gravadas” irão acompanhar a criança por toda vida, influenciando significativamente as atitudes, decisões e escolhas da criança, muitas vezes inconscientemente.

Por isso, devemos cuidar da programação que estamos passando para nossos filhos.

Isso também é educação financeira para crianças!

Por exemplo, a invés de utilizar frases que limitam, que impedem, que inferiorizam, busque frases que as façam pensar e buscar alternativas.

Ao invés de “Você não pode ter isso”, você pode dizer: “O que podemos fazer para ter isso? ”.

Ao invés de “Não temos dinheiro para isso”, você pode dizer: “Não planejamos comprar isso hoje! ”, ou “Não estamos aqui para comprar isso hoje”.

Ao invés de “Você não pode ter as duas coisas”, você pode dizer: “Escolha o que é mais importante para você neste momento”.

O TEMPO AO SEU FAVOR

O tempo a favor do enriquecimento

 

Enriquecer é uma ciência exata!

Para isso, basta seguir os princípios fundamentais do enriquecimento:

Gaste menos do que ganha, invista bem a diferença, tenha um plano e siga-o à risca com persistência.

Considerando esse princípio, a criação de riqueza tem um fator muito importante: O tempo.

Quanto mais cedo começarmos a construir nossa riqueza menos esforço será necessário.

Isso porque no processo de multiplicação de riqueza contamos com os juros compostos nos investimentos.

Os juros compostos, também chamados juros sobre juros possuem um grande poder no processo de criação de riqueza.

Pequenos valores investidos a longo prazo podem representar um futuro milionário.

Por exemplo: R$ 200,00 investidos mês a mês ao longo de 35 anos, a uma taxa de 1% ao mês resultará num valor de R$ 1.286.191,89.

Um valor significativo considerando um investimento de apenas R$ 200,00 não é mesmo?

Claro que dependendo da idade dos seus filhos eles não vão entender o que são juros compostos nem o que são investimentos.

O importante é ensiná-los o hábito de poupança desde cedo.

Quanto mais cedo eles começarem, menos esforços e dinheiro será necessário para garantir uma vida mais tranquila financeiramente no futuro.

EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA CRIANÇAS: OS FILHOS COPIAM OS PAIS

Os filhos copiam os pais

 

Conta-se que na índia uma mãe procurou Mahatma Gandhi para lhe fazer um pedido: Que ele aconselhasse o filho dela a parar de comer doces porque o filho tinha diabetes e a doença se agravaria.

Após ouvir a mãe, Gandhi pediu que ela voltasse em quinze dias. Sem entender a mãe foi embora.

Na data marcada a mãe retornou e Gandhi pediu novamente que ela voltasse em quinze dias. Impaciente e irritada a mãe foi embora novamente.

Quando Gandhi decidiu receber o menino olhou bem nos olhos dele e disse: “filho pare de comer açúcar, pois isso irá matar você”.

Inconformada a mãe perguntou: Se era para dizer só isso, porque o senhor não disse logo na primeira vez que estive aqui?

Gandhi respondeu: “Porque até a semana passada, eu mesmo comia açúcar”.

Essa é uma lição que devemos lembrar toda vez que vamos ensinar algo aos filhos.

Não devemos ensinar aos filhos algo que não fazemos.

As crianças prestam mais atenção no que fazemos do que no que dizemos.

O cérebro das crianças possui neurônios espelhos (Neuron Mirror) mais ativos, o que faz com que elas copiem o que fazemos.

Portanto, aprenda e coloque em prática a educação financeira na sua vida.

Aprenda a cuidar melhor do seu dinheiro, a investir com sabedoria, e a controlar seus comportamentos quando o assunto é dinheiro.

Com certeza, agindo assim você estará replicando comportamento e conhecimento que irão contribuir significativamente para que seus filhos se tornem adultos mais bem preparados e conscientes financeiramente.

O que você faz para ensinar sobre dinheiro para seus filhos?

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TUDO SOBRE OS INVESTIMENTOS EM LCA – APRENDA COMO INVESTIR SEM PAGAR IR E COM A MESMA SEGURANÇA DA POUPANÇA

TUDO SOBRE OS INVESTIMENTOS EM LCA – APRENDA COMO INVESTIR SEM PAGAR IR E COM A MESMA SEGURANÇA DA POUPANÇA

SÉRIE: APRENDA A INVESTIR EM RENDA FIXA E MULTIPLICAR SEU DINHEIRO: INVESTIMENTOS EM LCA

No artigo anterior da série falei sobre os Investimentos em LCI, as Letras de Crédito Imobiliário, se ainda não leu você pode ler o artigo completo aqui: https://www.guiadasfinancas.com.br/investimentos-em-LCI.

Neste artigo você vai aprender como investir em LCA, as Letras de Crédito do Agronegócio.

Os investimentos em LCA seguem basicamente as mesmas regras dos investimentos em LCI, e você vai descobrir que investir em LCA pode ser uma grande oportunidade quando o assunto é renda fixa.

Ao final deste artigo você aprenderá tudo sobre como investir nas Letras de Crédito Imobiliário, quais são as principais características, e quais as vantagens e desvantagens desses títulos.

Sabemos que o seu gerente de banco tem metas para cumprir quando se trata de serviços e produtos financeiros.

Assim, na maioria das vezes ele não irá apresentar o melhor investimento para você, mas sim o melhor investimento para o banco onde ele trabalha.

Afinal você já sabe: Ninguém irá cuidar melhor do seu dinheiro do que você mesmo, por isso você não deve confiar a ninguém o seu dinheiro.

Continue lendo esse artigo até o final e você aprenderá a tirar suas próprias conclusões e analisar se é interessante investir em LCA ou não, falando de igual para igual com seu gerente de banco.

O que você vai aprender neste artigo:

O QUE É LCA

O que é LCA

 

As Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) são investimentos de renda fixa, títulos privados emitidos pelos bancos e instituições financeiras.Títulos Privados

A LCA nada mais é do que um empréstimo que você faz para o banco.

Você empresta seu dinheiro para o banco, e o banco empresta seu dinheiro para outras pessoas que necessitam.

Nesta direção os investimentos em LCA são iguais aos investimentos em LCI e aos investimentos em CDBs.

Em ambos os casos os bancos captam seu dinheiro, e emprestam esse dinheiro para quem precisa.

Quando você investe em LCA você “compra um Título Privado” do banco ou da instituição financeira que dá a você o direito de receber o valor investido + os juros combinados.

Do ponto de vista do investidor, não há diferença entre investir em LCI ou LCA, (observando as condições de cada título claro!), o que muda, é apenas o lastro do título.

Lastro? Mas o que é isso?

Quando os bancos captam dinheiro vindo de investimentos como LCI e LCA eles emprestam este dinheiro para um determinado fim.

Por exemplo: Quando o dinheiro é captado através dos investimentos em LCI os bancos emprestam este dinheiro para financiar o mercado imobiliário (para financiar a casa própria, por exemplo).

O lastro é uma garantia real dada por quem está emprestando dinheiro do banco, quem pega este empréstimo (captado pelas LCI), dá como garantia o imóvel que está sendo financiado, por exemplo.

Já no caso das LCA – Letras de Crédito do Agronegócio, o dinheiro captado dos investimentos é destinado para financiar a produção e a comercialização de produtos e serviços do agronegócio (crédito rural).

Assim, quem pega dinheiro emprestado do banco captado através dos investimentos em LCA dá como garantia real produtos como boi, soja e milho etc.

 

Lastro LCAQuando o dinheiro é captado através dos investimentos em LCA, os bancos emprestam esse dinheiro para os produtores ou cooperativas, financiando as atividades do Agronegócio..
Investimento LCIQuando o dinheiro é captado através dos investimentos em LCI os bancos emprestam para as pessoas adquirirem ou construírem imóveis, (os chamados créditos imobiliários).

 

Os bancos assim como outras instituições financeiras são os intermediários entre quem empresta o dinheiro para eles e quem pega o dinheiro emprestado deles.

Investindo em LCA o banco irá pagar juros para você e cobrar juros de quem emprestou o dinheiro dele, agindo assim como um intermediário entre as partes: Quem tem o dinheiro sobrando e quem precisa do dinheiro.

Essa é uma das intermediações em que os bancos ganham dinheiro.

Isso porque os juros que os bancos pagam para você investidor são menores que os juros que eles cobram de quem pegou o dinheiro emprestado.

Essa diferença é chamada de Spread Bancário.

PRAZOS E LIQUIDEZ PARA INVESTIR EM LCA

Prazos e Liquidez das LCA

 

A liquidez é um ponto importante a ser considerado quando falamos nos investimentos em LCA.

Um título tem maior liquidez quando você consegue transformá-lo em dinheiro com maior facilidade, quanto mais fácil maior a liquidez.

Quando o prazo que você tem que ficar com o título é maior, isso torna a liquidez do título menor porque você vai ter que esperar para poder converter o título em dinheiro novamente.

As Letras de Crédito do Agronegócio possuem um prazo mínimo para resgate do valor investido.

Por isso os investimentos em LCA devem estar amarrados com os prazos dos seus objetivos financeiros para que você não corra o risco de precisar do dinheiro e não ter como resgatar o título.

O prazo mínimo de vencimento das LCA é de 90 dias.

É importante obervar que esse é um prazo mínimo estabelecido para os investimentos em LCA, porém pode haver títulos com outras opções de vencimentos como para seis meses, um ano, dois anos ou mais.

 DICA IMPORTANTE: Todo dinheiro poupado e investido deve ter um propósito! Não se investe dinheiro para “depois eu vejo”. O dinheiro que você poupa e investe deve estar ligado a um objetivo financeiro bem definido, seja ele de curto, médio ou longo prazo. (veja aqui como definir seus objetivos para realizar seus sonhos)

COMO É A RENTABILIDADE DAS LCA – QUANTO VOCÊ PODE GANHAR INVESTINDO EM LCA?

Rentabilidade das LCA

 

A rentabilidade das Letras de Crédito do Agronegócio segue a mesma dinâmica das LCI e dos CDBs, podendo ter rentabilidade pré-fixada, pós-fixada e mista (híbrida).

Quando o banco lhe oferece uma LCA com uma taxa de rentabilidade pré-fixada, isso significa que você vai saber exatamente o quanto vai ganhar de juros já no momento da compra do título.

Supomos que o banco lhe ofereça uma LCA com uma taxa fixa de 5% ao ano por exemplo.

Neste caso, você fica sabendo no momento da compra que ao final do período (vencimento do título) você vai receber o seu dinheiro de volta mais os 5% de juros ao ano.

A taxa é fixada no momento da compra e não muda, daí ser uma taxa pré-fixada.

Agora, quando o assunto são as LCA com rentabilidade pós-fixada, não é possível saber o quanto você vai receber de juros na data da compra.

Isso porque o banco não vai fixar uma taxa pré-definida, como os 5% do exemplo.

Ele vai indicar uma taxa de referência futura, como um percentual do CDI (Certificado de depósito Interbancário), por exemplo.

Veja que até o vencimento do título, lá no futuro, o CDI pode cair ou subir, é uma taxa de referência, não sabemos qual será o valor do CDI no futuro.

A essa altura, é bem provável que você já saiba o que é CDI, mas se ainda não sabe, não se preocupe falo sobre ele mais adiante.

Por isso os juros a serem pagos efetivamente para quem investir em uma LCA pós-fixada, só serão sabidos no vencimento do título.

As LCA híbridas ou mistas, como o próprio nome diz são títulos que unem as duas situações anteriores, ou seja, uma taxa de rentabilidade é fixa, e outra que depende de uma taxa futura.

Veja os tipos de remunerações para os investimentos em LCA:

  • LCA com rentabilidade fixa (pré-fixadas)
  • LCA com rentabilidade em um percentual do CDI (pós-fixadas)
  • LCA atreladas a Inflação (IPCA) (mista: pré-fixada e pós-fixada)

Para que você compreenda melhor cada uma delas vamos detalhá-las e exemplificar.

 

LCA com rentabilidade fixa (pré-fixadas)

 

Se uma LCA é pré-fixada, isso significa que a taxa de juros que o banco vai pagar no resgate do título já é conhecida no momento da aplicação.
Assim, se você investir em uma LCA pré-fixada, de imediato você vai saber exatamente o quanto vai receber no resgate do título.

Por exemplo:

Um banco oferece uma LCA com uma taxa pré-definida de 12,10% ao ano, com vencimento para 1 ano, e um valor mínimo para aplicação de R$ 4.000,00.

Se você aplicar seu dinheiro neste título você sabe que irá receber ao final de um ano o valor investido mais 12,10%, ou seja: R$ 4.000,00 x 12,10% = R$ 4.484,00.

Veja que aqui a taxa é fixa, a rentabilidade não muda, não importa o que aconteça o valor que você vai receber é o mesmo.

 

LCA rentabilidade dada pelo CDI (pós-fixadas)

 

Uma LCA com rentabilidade dada pelo CDI, não tem uma taxa fixa como no exemplo anterior.
Se você já leu os outros artigos desta série sobre Investimentos em CDB e Investimentos em LCI, você já sabe o que é o CDI, ou taxa CDI ou apenas taxa DI.

Se você ainda não leu recomendo a leitura para melhorar ainda mais seu conhecimento em renda fixa (veja todos os artigos sobre investimento aqui)

Mas de qualquer maneira, é sempre bom relembrar.

O que é a taxa DI, ou taxa CDI?

 A taxa CDI é calculada pela CETIP – Central de Custódia e Liquidação de Títulos Privados (você pode conhece melhor a CETIP AQUI), e tem como base de cálculo as transações interbancárias, ou seja, as transações entre bancos.

Simplificando, a dinâmica dessas transações acontece assim:

 Pode ser que em um determinado momento um banco esteja precisando de dinheiro para cobrir seu caixa.

Quando isso acontece, ele toma dinheiro emprestado de outro banco para cobrir o caixa, e em contra partida se compromete através de um CDI – Certificado de Depósito Interbancário a devolver o valor emprestado + o pagamento de uma taxa (juros).

O mercado é muito dinâmico e isto acontece diariamente.

É aí que entra o papel da CETIP.

A CETIP, diante dessas transações, verifica todas as taxas praticadas pelos bancos, então faz uma média dessas taxas.

Dessa média nasce então a taxa CDI, ou taxa DI.

Você pode consultar qual é a taxa DI hoje aqui.

Agora que você já sabe o que é a taxa DI e como ela é calculada, vamos entender então como funcionam os investimentos em LCA pós-fixados com rentabilidade do CDI.

Se um banco oferece uma LCA com uma rentabilidade de 95% do CDI, com vencimento para 1 ano, significa que ele está usando a taxa DI como uma taxa de referência para o futuro.

Como a taxa DI é calculada diariamente, não se sabe qual será o valor da taxa daqui a um ano.

Consequentemente também não se sabe qual será a rentabilidade, isso porque vai depender de qual será o valor da taxa DI no vencimento do título.

Imagine que daqui um ano a taxa DI esteja em 11,5% (hoje enquanto escrevo este artigo ela está em 12,13%), considerando o exemplo de uma LCA que paga 95% do CDI então teremos:

11,5 X 95% = 10,93%, ou seja, a rentabilidade do título será de 10,93%.

Neste exemplo, se você investiu R$ 10.000,00, você terá o seu dinheiro de volta + o rendimento de 10,93%:  R$ 10.000,00 x 10,93% = R$ 11.093,00.

Os títulos atrelados à taxa DI são indicados quando a expectativa é de que a taxa DI irá subir, isso porque quanto maior a taxa DI maior será a rentabilidade do título.

Certamente que o inverso também é verdadeiro, se acreditamos que a taxa DI vai cair, então investimentos atrelados a ela podem não ser atrativos.

 

LCA MISTA: pré-fixada e pós-fixada

 

Na grande maioria as LCA são ofertadas com rentabilidade atrelada ao CDI, ou tem uma taxa de rentabilidade pré-fixada, como nos exemplos acima.

No entanto, também podem existir títulos mistos, onde a rentabilidade é dada por uma taxa fixa + uma taxa de referência (como o IPCA-Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, por exemplo).

No caso das LCA mistas (ou híbridas), os bancos podem oferecer títulos com uma rentabilidade fixa de 6% a ano, por exemplo, + a variação da inflação (IPCA).

Essa é uma mistura de taxa pré-fixada com pós-fixada.

Uma taxa você já sabe qual é no momento em que está investindo (6%), a outra você só saberá no vencimento do título (IPCA).

As LCA mistas com vínculo ao IPCA são indicadas para quem quer proteger o dinheiro da inflação, isso porque sempre haverá uma rentabilidade real, independentemente de quanto será a inflação do período (no exemplo acima uma rentabilidade real de 6% ao ano).

INVESTIR EM LCA É SEGURO?

É seguro investir em LCA?

 

Todo investimento tem risco, porém ele pode ser controlado.

Se você compra um terreno ele pode se desvalorizar, se você monta uma empresa corre o risco de não dar certo e falir, o agricultor que investe na plantação corre o risco de um evento da natureza prejudicar a colheita, em fim…

Com as LCA isso não é diferente!

O risco de se investir em LCA é se o banco ou instituição que você investiu falir e não devolver o seu dinheiro, esse é o chamado risco de crédito.

A notícia boa disso tudo é que esse risco pode (e deve) ser controlado levando em consideração o valor investido.

Acontece que os investimento em LCA são garantidos pelo FGC–Fundo Garantidor de Crédito em até R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira.

Isso significa que se você tem investido em LCA um valor igual ou menor que 250 mil por instituição financeira, caso o banco que você investiu venha falir o FGC irá devolver o seu dinheiro corrigido até a data da falência do banco.

É por isso que os investimentos em LCA são considerados de baixo risco.

Se você mantiver investimentos em várias instituições financeiras com valores inferiores a 250 mil, você estará garantido pelo FGC.

Quer saber mais sobre o FGC?

Você pode acessar o site do fundo aqui, e também veja quais as instituições financeiras que participam do FGC aqui.

TRIBUTAÇÃO, VANTAGENS E DESVANTAGENS DOS INVESTIMENTOS EM LCA

Tributação-LCA

 

Ao contrário dos CDBs e dos Títulos do Tesouro Nacional, as LCA são isentas de Imposto de Renda, o que torna este tipo de título atrativo e bastante competitivo se comparados com outros tipos de investimento em renda fixa.

As LCA também são isentas de IOF, o Imposto sobre Operações Financeiras.

Vamos ver agora um resumo das vantagens e desvantagens dos investimentos em LCA.

VANTAGENS DAS LCA

  • São isentas de imposto de renda e IOF;
  • É um investimento considerado conservador (baixo risco);
  • É garantido pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) até R$ 250 mil;
  • Tem rentabilidade em geral superior à poupança;

DESVANTAGENS DAS LCA

  • Valor mínimo para investimento – Na maioria das LCA ofertadas, a maior desvantagem é o valor mínimo que os bancos exigem para investimento.

Com um valor mínimo muito alto, o pequeno investidor fica de fora até que consiga um valor suficiente para seu primeiro investimento.

Algumas instituições financeiras podem oferecer LCA com valores menores, como R$ 1.000,00, por exemplo, no entanto, a rentabilidade oferecida é muito baixa, o que torna o investimento nada atrativo.

  • Baixa liquidez – Outra desvantagem das LCA é o prazo mínimo para resgate.

Você já viu que o prazo mínimo de investimento em LCA é de 90 dias, mas esse prazo na prática é em geral bem maior, 1, 2 ou mais anos.

Para quem tem seus objetivos financeiros com prazos mais curtos, ou seja, para quem não pode esperar muito tempo para resgatar o dinheiro, investir em LCA pode não ser a melhor opção.

O QUE VOCÊ PODE FAZER AGORA?

 

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Um abraço, invista com sabedoria, sucesso e até o próximo artigo.


 

INVESTIMENTOS EM LCI: COMO INVESTIR SEM PAGAR IMPOSTO DE RENDA E COM A MESMA GARANTIA DA POUPANÇA

INVESTIMENTOS EM LCI: COMO INVESTIR SEM PAGAR IMPOSTO DE RENDA E COM A MESMA GARANTIA DA POUPANÇA

SÉRIE: APRENDA A INVESTIR EM RENDA FIXA E MULTIPLICAR SEU DINHEIRO: INVESTIMENTOS EM LCI

 

No artigo anterior da série falei sobre os Investimentos em CDB, um dos investimentos mais conhecidos pelos brasileiros. (Se você ainda não leu, recomendo a leitura aqui)

Neste artigo falarei sobre os Investimentos em LCI, as Letras de Crédito Imobiliário.

Leia este artigo até o final e você vai descobrir como investir em LCI e o que fazer para aumentar sua rentabilidade investindo nestes títulos.

Ao final deste artigo você terá condições de tirar suas próprias conclusões e analisar se é interessante investir o seu dinheiro em LCI, ou não, sem precisar da ajuda de seu gerente.

O que você vai aprender neste artigo:

O QUE É LCI
O que é LCI

 

As Letras de Crédito Imobiliário, LCIs, são títulos privados de renda fixa emitidos pelas instituições financeiras (em geral os bancos) e são lastreados por empréstimos de natureza imobiliária.

Títulos PrivadosMas que coisa é essa de lastreadas, natureza imobiliária, títulos privados…?

É… Vamos simplificar!

Afinal o mercado financeiro não é tão complicado assim, são esses termos que complicam! 🙂

A LCI é uma espécie de empréstimo que você faz para o banco, que por sua vez, pega o seu dinheiro e empresta para outras pessoas que solicitam financiamento imobiliário (compra, construção e reforma de imóveis).

Neste aspecto, os investimentos em LCI são semelhantes aos Investimentos em CDB.

Nos dois casos os bancos pegam o dinheiro dos investidores e emprestam esse dinheiro para quem precisa.

Investimento CDBQuando o dinheiro é captado através dos Investimentos em CDB os bancos emprestam esse dinheiro para as pessoas na forma de CDC (Crédito Direto ao Consumidor), limite de cheque especial e capital de giro.
Investimento LCIQuando o dinheiro é captado através dos Investimentos em LCI  os bancos emprestam para as pessoas adquirirem ou construírem imóveis. (são as chamadas linhas de crédito imobiliários).

 

Ao investir em LCI você compra um Título Privado do banco que te dá direito de receber o valor investido + os juros combinados no vencimento do título.

Quanto a serem lastreados por empréstimos de natureza imobiliária, significa que quem pega o dinheiro emprestado (captado pelas LCIs) do banco, dá como garantia o imóvel que está sendo financiado, é a chamada Alienação Fiduciária.

Certamente que isso não tem nada a ver com você enquanto investidor.

Não importa para quem o banco vai emprestar o dinheiro, e nem a garantia que ele vai querer de quem emprestou. Isso é um problema do banco.

É importante lembrar que não só os bancos podem emitir as LCIs, qualquer instituição financeira que empresta dinheiro através do crédito imobiliário pode emitir esses títulos.

É mais comum vermos os bancos como principais emissores das LCIs porque eles são de fato as principais instituições responsáveis pelo financiamento habitacional – daí a ligação!

Como financiam mais imóveis, também emitem mais LCIs.

Veja que ao investir em LCI, o banco paga juros para você e cobra juros de quem emprestou dele.

Essa é uma maneira que os bancos ganham dinheiro, isso porque os juros que eles pagam ao investidor (você) é menor que os juros que ele recebe de quem emprestou dele.

A diferença entre os juros que ele paga e os juros que ele recebe se chama Spread Bancário.

 

PRAZOS E LIQUIDEZ PARA OS INVESTIMENTOS EM LCI

Prazos e Liquidez LCI

 

A liquidez é a velocidade que você consegue transformar o seu investimento em dinheiro vivo, ou trazê-lo para a conta corrente.

Portanto, quanto maior for o prazo que você tem que manter seu investimento sem poder resgatar o dinheiro, menor será a liquidez.

A poupança, por exemplo, tem uma boa liquidez porque você pode sacar o dinheiro a qualquer momento, não depende de prazo.

Já os investimentos em imóveis por exemplo, tem liquidez baixa, isso porque você pode não conseguir vender o imóvel rapidamente caso precise de dinheiro.

Esse é um ponto importante em relação aos investimentos em LCI, e de certa forma uma desvantagem desses títulos em relação a outros títulos de renda fixa.

As Letras de Crédito Imobiliário não podem ser resgatadas a qualquer momento, prejudicando assim a liquidez do investimento.

Os prazos mínimos de vencimento dos investimentos em LCI variam de acordo com o tipo de indexador que o título possui.

Para as LCIs indexadas por índices de preços como o IPCA, por exemplo, os prazos são de 36 meses para os títulos atualizados mensalmente, e de 12 meses para os atualizados anualmente.

Essa atualização se refere a forma que os juros serão calculados, por exemplo: 5% a.a (ao ano), ou 1% a.m (ao mês).

No caso dos investimentos em LCI que não utilizam indexadores o prazo mínimo é de 90 dias.

É importante lembrar que esses são os prazos mínimos estabelecidos para se investir em LCI, mas na prática os bancos podem oferecer LCIs com vencimentos diversos como para seis meses, um ano, dois anos, ou até mais.

DICA IMPORTANTE: Todo investimento deve estar ligado à um objetivo, seja de curto, médio ou longo prazo. Por isso é sempre importante escolher investimentos cujos prazos estejam de acordo com os prazos de seus objetivos. (veja aqui como definir seus objetivos para realizar seus sonhos)

 

COMO É A RENTABILIDADE DA LCI

Rentabilidade LCI

 

Assim como os CDBs, as Letras de Crédito Imobiliário podem ter rentabilidade pré-fixada e pós-fixada.

No caso das LCIs com rentabilidade pré-fixada você fica sabendo o quanto vai receber de juros no momento da compra do título através de uma taxa fixa – como 5% a.a, por exemplo.

Já as LCIs com rentabilidade pós-fixadas você só saberá o quanto vai receber de juros na data do vencimento do título, isso porque neste caso não há uma taxa pré-definida, mas sim uma taxa de referência futura – como um percentual do CDI-Certificado de Depósito Interbancário por exemplo.

Na prática existem basicamente três tipos de Letras de Crédito Imobiliário, cada uma delas leva em consideração uma rentabilidade:

  • LCIs com rentabilidade fixa (pré-fixadas)
  • LCIs com rentabilidade em um percentual do CDI (pós-fixadas)
  • LCIs atreladas a Inflação (IPCA) (mista: pré-fixada e pós-fixada)

Vamos ver em detalhes cada uma delas.

 

LCIs com rentabilidade fixa (pré-fixadas)

 

Quando você investe em LCI com uma rentabilidade pré-fixada, no momento da compra o banco lhe oferece o título com um determinado vencimento e com uma taxa pré-definida.

Você já fica sabendo o quanto vai receber no vencimento do título.

Vamos supor que o banco lhe ofereça uma LCI com uma taxa pré-definida de 14,10%, com um prazo de vencimento para 1 ano, e um valor mínimo para aplicação de R$ 5.000,00.

Neste caso você já fica sabendo na data da compra do título que ao final de um ano você irá receber: R$ 5.000,00 + 14,10% = R$ 5.705,00.

Veja que a taxa é fixa e independentemente do que aconteça com a economia esse será o valor que você irá receber, ele não muda.

Os títulos pré-fixados são indicados para quando achamos que a taxa básica de juros da economia SELIC não vai subir.

 

LCIs com rentabilidade percentual do CDI (pós-fixadas)

 

Para entendermos sobre as LCIs com rentabilidade em um percentual do CDI, primeiramente temos que entender o que é a taxa CDI e como ela surge, vamos lá!

A taxa CDI, também chamada de taxa DI, é calcula pela CETIP – Central de Custódia e Liquidação de Títulos Privados (você pode saber qual é o valor da taxa DI atual aqui).

A taxa DI é calculada com base nas transações interbancárias (entre os bancos) veja:

Quando um banco está precisando de dinheiro ele empresta de outro banco, naturalmente o banco que emprestou cobra juros (uma taxa).

Esse empréstimo é feito através dos chamados CDIs-Certificados de Depósito Interbancário, uma espécie de CDB, só que a transação não envolve pessoa física, é somente entre os bancos.

Essas transações acontecem o tempo todo entre os bancos, daí a CETIP faz uma média das taxas de juros cobradas entre os bancos, e surge então a taxa CDI.

“A taxa CDI é uma média das taxas cobradas nas transações entre os bancos, calculada pela CETIP”

 

Pois bem, agora que você já sabe o que é a taxa CDI e como ela é calculada vamos entender como funcionam as LCIs com a rentabilidade atrelada à taxa CDI.

Vamos supor que um banco ofereça uma LCI com uma rentabilidade de 97% do CDI.

Nestes caso o banco está usando o CDI como uma taxa de referência futura, ou seja, a rentabilidade vai depender de qual será o valor da taxa CDI no vencimento do título.

Por exemplo, se no vencimento do título a taxa CDI estiver em 15% então a rentabilidade do título será de: 15 x 97% = 14,55%.

Se você aplicar R$ 10.000,00 neste título você irá receber no vencimento: R$ 10.000,00 + 14,55% = 11.455,00.

Veja que quanto maior estiver a taxa CDI no vencimento do título maior será a rentabilidade, e quanto menor for a taxa CDI no vencimento do título, menor também será a rentabilidade.

Partindo desse princípio, esses títulos são indicados quando acreditamos que a taxa CDI irá subir, pois quanto maior for a taxa CDI maior será nossa rentabilidade.

Importante observar aqui que a taxa CDI está diretamente ligada a taxa de juros básica da economia a SELIC, em geral a taxa CDI se mantém bem próxima da SELIC.

Portanto, a taxa CDI vai variar para cima ou para baixo dependendo de como a taxa básica da economia (SELIC) vai reagir.

 

LCIs atreladas a Inflação (IPCA) (mista: pré-fixada e pós-fixada)

 

As LCIs atreladas a inflação em geral são chamadas de títulos mistos, ou seja, a rentabilidade é um misto de pré-fixada com pós-fixada.

Assim os bancos podem oferecem LCIs com uma rentabilidade fixa de 5% por exemplo + a variação da inflação (IPCA).

Neste exemplo, se no vencimento do título a inflação do período for de 6% a rentabilidade total será de: 5%(fixo) + 6%(inflação) = 11%.

Neste tipo de LCI a rentabilidade vai depender de quanto vai ser a inflação no período entre a compra e o resgate do título.

Esses títulos são indicados para quem quer proteger o capital da inflação, porque a rentabilidade sempre será real (no exemplo acima 5%) independentemente de quanto vai ficar a inflação.

 

QUAIS OS RISCOS DAS LETRAS DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO

Riscos LCI

 

O risco para quem investe em Letras de Crédito Imobiliário é o risco de crédito com o banco, ou seja, o investidor corre o risco de o banco que emitiu o título falir e não devolver o valor investido.

Aí você pode dizer, mas um banco pode falir?

A resposta é sim! Um banco pode falir e não arcar com os seus compromissos com os seus correntistas e investidores.

Naturalmente, bancos maiores tem menos chance de falir do que bancos menores, porém, todos estão sujeitos a terem problemas.

Mas calma! Não é por acaso que os investimentos em LCI são considerados de baixo risco.

Acontece que os valores investidos nas Letras de Crédito Imobiliário são garantidos pelo FGC – Fundo garantidor de Crédito até o limite de R$ 250 mil por CPF e instituição emissora.

Mas o que isso significa?

Significa que se o banco “quebrar” e você tiver um valor igual ou inferior a R$ 250 mil investido em LCI o FGC irá devolver o dinheiro para você.

É por isso que as LCIs são consideradas um investimento de baixo risco.

O fato de serem garantidas pelo FGC traz uma grande segurança para o investidor que respeitar limite de R$ 250 mil, é como se o investidor contasse com um “seguro” contra perdas.

 

CUSTOS E TRIBUTAÇÃO: ZERO DE IMPOSTO DE RENDA E CUSTO ZERO?

Tributação LCI

 

A grande vantagem das Letras de Crédito Imobiliário é que elas são isentas de Imposto de Renda, isso torna esses investimentos bastante competitivos se comparados com outros investimentos em renda fixa.

Em relação às taxas de administração ou custos, em geral não há cobranças.

Veja que investindo em LCI você está emprestando dinheiro para o banco, não faz nenhum sentido ele cobrar de você alguma taxa por isso certo?

Ótimo não é mesmo? Taxa zero, IR zero…

É… Realmente as LCIs possuem algumas vantagens, vamos ver então um resumo dessas vantagens.

 

VANTAGENS DAS LETRAS DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO

 

Diante do que vimos sobre os investimentos em LCI, podemos observar algumas vantagens destes títulos:

  • São isentos de imposto de renda
  • Não possuem taxas (custos)
  • É um investimento considerado conservador (baixo risco)
  • É garantido pelo FGV (Fundo Garantidor de Crédito)

Entenda aqui que estamos falando de vantagens dos Investimentos em LCI no sentido de comparar com características de outros investimentos.

Em nenhum momento entenda que é mais “Vantajoso” investir em LCI em detrimento de outros investimentos.

A melhor decisão de investimento é aquela em que você sabe o que está fazendo!

Por isso estudar continuamente sobre investimentos é fundamental para lhe dar mais confiança na hora de decidir sobre quais investimentos são mais adequados e vantajosos para você.

Quer aprender mais sobre investimentos? Leia todos os artigos já disponibilizados no Guia das Finanças sobre investimentos aqui!

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Prosperidade, sucesso, e até o próximo artigo da série!!