CONSUMO CONSCIENTE: MEIO AMBIENTE FELIZ, BOLSO FELIZ!

CONSUMO CONSCIENTE: MEIO AMBIENTE FELIZ, BOLSO FELIZ!

A educação financeira está intimamente ligada ao consumo consciente, educar-se financeiramente é utilizar os recursos naturais de forma a reduzir o impacto causado ao meio ambiente e ao bolso.

 

Sabemos que os recursos naturais estão cada vez mais escassos. O ser humano retira da natureza mais do que ela consegue renovar, isso significa que se não houver mudanças, num futuro não muito distante a produção de bens será prejudicada pela falta de matéria prima (em alguns casos já está sendo), e pior, uma vez que os recursos naturais são imprescindíveis para a vida humana, é preocupante o impacto daqui a alguns anos sobre a capacidade do planeta em fornecer alimentos.

A educação financeira é colaboradora desta causa. Seus conceitos e ensinamentos transformam vidas pregando um consumo consciente e sustentável.

Adquirir somente aquilo que precisa; respeitar os verdadeiros desejos de consumo e deixar de lado o consumo desenfreado; comprar menos e melhor por exemplo, são hábitos que geram grande impacto positivo no meio ambiente e no bolso.

Como o objetivo do Guia das Finanças é a reprogramação financeira e construção de riquezas, e sabendo que o sucesso financeiro está atrelado ao comportamento, então relacionei 5 hábitos que quando colocados em prática, fazem a diferença no equilíbrio entre a satisfação das necessidades e o impacto do consumo nas finanças e no meio ambiente.

 

01 – Planeje suas compras e compre com qualidade

 

O ideal é antecipar quais são suas necessidades e desejos, e planejar suas compras. Se você não planeja suas compras acaba sendo alvo da compra por impulso.

Uma compra não programada pode gerar um impacto negativo muito grande em seu orçamento e até resultar em dívidas.

Um bom planejamento financeiro lhe ajudará a evitar compras sem necessidade além de manter suas contas em equilíbrio.

Procure sempre avaliar a relação preço-qualidade, comprometimento social e ambiental dos produtos e serviços ofertados, o meio ambiente e seu bolso agradecem.

 

02 – Analise suas verdadeiras necessidades e tente viver com menos

 

O que você realmente precisa? Roupas, calçados, alimentos, móveis, eletrônicos, utensílios etc. Faça uma análise de tudo o que realmente é necessário e tente viver com menos.

Conheço pessoas que tem em casa 4, 5 TVs, que, com exceção da TV que fica na sala, as demais ficam ociosas (quarto, área externa, quarto das crianças …).

Parece loucura mas isso é mais comum do que se pensa. As pessoas não analisam suas verdadeiras necessidades e acabam adquirindo coisas que usam com pouca frequência, ou nem usam. Com isso, tiram do bolso aquele dinheiro que poderia ser direcionado para alcançar a liberdade financeira.

 Colabore com seu bolso e com a natureza, reduza o consumo desnecessário, evite o desperdício.

Para que adquirir mais do que você precisa?

 

03- Conserte o que dá pra consertar

 

A maioria das pessoas jogam fora coisas que ainda podem ser utilizadas ou reutilizadas, um problema na sola de um sapato pode ser motivo para ir para o lixo. Enquanto um sapato novo de padrão normal pode variar de R$ 120,0 a R$ 330,00, a troca de uma sola pode custar apenas R$ 30,00.

Esse é apenas um exemplo, muitos outros podem ser vistos frequentemente, vejo sofás, camas, brinquedos etc. que se levados a um especialista poderiam ser totalmente refeitos a um custo bem menor que comprar um novo (Trocando pano ou espuma, por exemplo).

Por isso, reaproveite o que dá para reaproveitar, conserte o que tem conserto e evite a geração excessiva de lixo. Não se trata de ser mesquinho, avarento, nem é vergonha para ninguém reaproveitar algo, trata-se de uma atitude consciente e preocupada com seu futuro e com o futuro das novas gerações.

Pense nisso …

 


COMO SAIR DO VERMELHO E EQUILIBRAR SUAS FINANÇAS?

COMO SAIR DO VERMELHO E EQUILIBRAR SUAS FINANÇAS?

Tá difícil equilibrar suas finanças? Essas dicas vão lhe ajudar a entender como sair do vermelho e manter suas contas em dia.

 

Compras a prazo, extrapolar o limite do cartão de crédito, imprevistos, compras por impulso, falta de planejamento. Esses são alguns exemplos de situações que podem resultar em dívidas e por em risco a saúde financeira da família.

É comum ver pessoas endividadas que reclamam da atual situação, da falta de dinheiro, do governo, dos preços altos …

Na realidade, se endividar ao ponto de ficar no vermelho, é resultado da falta de planejamento financeiro e dos hábitos que se mantém, independentemente do motivo ou circunstância que gerou a dívida.

 

A educação financeira é a melhor forma de se prevenir contra dívidas.

 

A boa notícia é que é possível reverter a situação e sair do “sufoco”. Mas não espere nenhum milagre financeiro, fórmula mágica ou fada madrinha. É preciso planejamento, disciplina e dedicação.

Para lhe ajudar a sair do “aperto” e a se organizar melhor financeiramente, siga atentamente este guia rápido, que com certeza terá sucesso.

Lembre-se, você é capaz de reverter qualquer situação. Vamos lá!

 

Quão escuro é esse vermelho?

 

Primeiramente é necessário saber exatamente de quanto é a dívida, para isso, liste as dívidas existentes em uma planilha ou caderno: valor total da dívida, parcelas vencidas e a vencer. Liste também os juros que você está pagando em cada dívida.

Determine qual dívida você irá quitar primeiro, faça uma lista de prioridades. Dê prioridade àquelas de juros mais altos e as que podem lhe causar um prejuízo maior como por exemplo contas de água ou energia elétrica que se não pagar, o serviço poderá ser cortado.

 

Organize-se, tenha um orçamento doméstico

 

As parcelas de cada dívida devem estar dentro de seu orçamento doméstico, como sendo um de seus objetivos financeiros, portanto, se você não tem um orçamento, a hora é agora.

Não é difícil fazer um orçamento, se você tiver dificuldades ou não possui uma boa ferramenta para fazer um orçamento continue lendo esse artigo até o final e depois volte aqui, isso poderá lhe ajudar: Orçamento familiar passo a passo

 

Renegocie a dívida

 

Procure os credores e mostre a eles que você está se programando e que quitará todas as dívidas, mas que precisa de ajuda, com isso, busque reduzir os juros que estão sendo cobrados, e até aumentar as parcelas para que se encaixem em sua programação no orçamento doméstico.

Estude a possibilidade de juntar todas as dívidas em uma só. Para isso você precisará de um empréstimo com valor suficiente para pagar as dívidas existentes, mas cuidado!!, isso só irá lhe ajudar se:

  • Os juros do novo empréstimo forem menores que os existentes;
  • Realmente as parcelas a serem pagas estiverem previstas em seu orçamento, afim de evitar o não cumprimento da renegociação.

 

Monte uma estratégia de guerra

 

Como já mencionei anteriormente, não há fórmula mágica. Num primeiro momento até que as coisas se normalizem, será preciso montar uma estratégia de guerra no controle dos gastos.

Quando for elaborar seu orçamento doméstico será necessário um esforço maior para que as parcelas da dívida renegociada caibam no orçamento e o mesmo fique equilibrado.

Cortes em algumas despesas será necessário, supérfluos, pequenas despesas, desperdícios com água, energia elétrica etc. Comece por aí, se ainda assim não tiver equilibrado seu orçamento, então serão necessárias medidas mais severas.

Não fique envergonhado se for necessário reduzir seu padrão de vida neste período, com certeza o fato de poder dormir sem ter que pensar nos “carnês” vencidos, vai valer a pena.

Você vai ficar espantado como algumas pequenas despesas podem fazer a grande diferença, e ajudar a equilibrar seu orçamento. Baixe GRATUITAMENTE a planilha Como Economizar dinheiro – SIMULADOR, e veja também: Você sabe mesmo economizar dinheiro?

 

Procure alternativas de lazer mais baratas

 

Em tempos de crise não é preciso deixar de lado o lazer com a família, ou com os amigos. Muito pelo contrário, o lazer irá lhe ajudar a manter o equilíbrio e a serenidade necessária para continuar a luta até que as coisas se ajustem.

Apenas busque alternativas de lazer mais baratas, por exemplo:

  • Troque o cinema por um filme na locadora e assista em casa com a família;
  • Visite bosques, parques, museus de acesso público gratuito;
  • Jogue bola com os filhos no quintal da casa ou na área disponível no condomínio;
  • Combine dividir as despesas do churrasco com os amigos.

 

Procure uma renda extra

 

Neste período, considere fazer horas extras para aumentar sua renda, procure um outro trabalho no período noturno etc. Para se livrar das dívidas, esse é um esforço que vale a pena.

Procure alternativas para aumentar sua renda. Apenas cuidado para não abraçar mais do que pode dar conta, afinal você deve estar bem para comemorar o pagamento da última parcela de suas dívidas.

Leia também: Como ganhar dinheiro Extra?

Não faça mais dívidas, programe as compras à vista

 

Para quem quer sair do vermelho, novas dívidas jamais! Faça compras à vista, planeje sua compra, acumule a quantia necessária e pague a vista. Pagando à vista você consegue descontos e evita juros.

Quando você compra a prazo você está consumindo algo para pagar depois, isso significa que alguém está pagando a conta para você naquele momento.

Naturalmente quem pagou a conta vai lhe cobrar juros nas parcelas, não caia na ilusão da compra em 10X sem juros isso não existe! De alguma forma estão lhe cobrando juros, e muitas vezes altíssimos.

Boa sorte e sucesso …

 


O QUE É RENDA PASSIVA OU RESIDUAL?

O QUE É RENDA PASSIVA OU RESIDUAL?

A renda passiva ou residual é um dos pilares da riqueza, a liberdade financeira será alcançada no momento em que sua renda passiva lhe gerar liberdade de escolha. É o dinheiro trabalhando para você e não você para ele.

Se você deixar de trabalhar hoje, por quanto tempo consegue se manter sem a renda proveniente do seu trabalho?
Se você não é uma pessoa muito organizada financeiramente, não tem uma reserva para imprevistos, não costuma fazer um planejamento financeiro, vive do esforço de seu trabalho. Provavelmente sente um certo desconforto com essa pergunta não é?

A maioria das pessoas dependem do trabalho para se manter, é a forma de renda mais conhecida, a forma tradicional, chamada de renda ativa, a renda proveniente do trabalho.

O problema é que muitos entendem renda, como sendo sinônimo de salário, ou seja, para eles só existe a renda vinda do trabalho.

Certamente você já ouviu muitas vezes que é trabalhando que se ganha o dinheiro para viver. Isso não está incorreto, apenas incompleto, ganhar dinheiro com o trabalho é uma das formas de renda, mas não a única.

Assim como trabalhando ativamente é possível gerar renda, passivamente também! É a chamada renda passiva ou residual.

Diferentemente da renda ativa, a renda passiva não depende do trabalho para recebê-la, é um sistema que vai continuar gerando renda mesmo que você não esteja trabalhando ativamente nele. Em outras palavras, é um dinheiro que você ganha sem ter que trabalhar por ele.

Alguns exemplos de renda passiva: renda de aluguéis, dividendos (distribuição de lucros de uma empresa), Royalties, patentes, direitos autorais, aplicações financeiras, pensões etc.

Há dois tipos de renda passiva, como gerá-las dependerá de determinados fatores tais como: situação financeira, patrimônio, habilidades, conhecimento, personalidade, talentos etc.

  1. Fontes de renda passiva que dependem de capital inicial para receber, manter e fazer crescer (Imóveis alugados, investimentos, franquias gerenciadas, lucros de dividendos de empresas etc).
  1. Fontes de renda passiva que não dependem de capital inicial (ou pouco) para receber, manter e crescer (Direitos autorais, royalties, patentes, sites na internet etc)

O velho ditado popular “Dinheiro não dá em árvore” realmente é verdade! Mas construir um sistema de renda passiva que lhe possibilite atingir a independência financeira e colher grandes frutos durante toda a vida é muito parecido com o plantio de uma árvore.

No início você tem o trabalho de adubar a terra, cavar, enterrar a semente, regar e cuidar para que nada atrapalhe seu crescimento.

Com o passar do tempo sua árvore estará grande e forte e não terá mais necessidade de tantos cuidados.

E então… é só deliciar-se com sua sombra e seus saborosos frutos!

Faço um convite a você, veja a diferença entre renda passiva e renda ativa logo abaixo e reflita!

Renda Passiva(Residual) X Renda Ativa

E aí? Vamos plantar uma floresta?


EDUCAÇÃO FINANCEIRA-A RIQUEZA ESTÁ NO CONHECIMENTO

EDUCAÇÃO FINANCEIRA-A RIQUEZA ESTÁ NO CONHECIMENTO

“Educação financeira” é viver bem! Atender nossas necessidades básicas sem deixar nossos desejos e sonhos de lado.

 

Ao contrário do que muitos pensam, a educação financeira não está ligada a grandes sacrifícios, sofrimento e privações, educar-se financeiramente compreende um processo onde a pessoa deve adquirir conhecimentos e competências necessárias para saber ganhar, gastar, acumular e investir bem o dinheiro.

Com isso terá condições de analisar situações corriqueiras e tomar as melhores decisões para si, para sua família, e no tempo certo. Não necessariamente deixar de consumir ou privar-se de algo importante, pelo contrário, a educação financeira lhe dá a liberdade de escolha, habilidades necessárias para tornar sua vida mais simples, focando seus esforços naquilo que realmente vale a pena.

Infelizmente o pensamento equivocado a respeito da educação financeira faz com que as pessoas percam o interesse no assunto, esse pensamento muitas vezes não é voluntário, é decorrente de hábitos e crenças adquiridos ao longo da vida, muitas vezes passados de pai para filho, também por desconhecimento.

Note que para muitos, assistir na TV uma tragédia acontecida, um acidente terrível, um assassinato cruel, os gols da rodada… – Legal!

Noticiário econômico?… – troca de canal, põem na novela!

É fato, as pessoas em geral passam 8 horas diárias de sua vida (muitos bem mais) trabalhado para ganhar dinheiro, e quando tem a oportunidade de aprender a cuidar dele, por falta de interesse no assunto: “TROCA DE CANAL”.

Se você se identifica com alguma dessas situações não se culpe por isso, apenas decida mudar! Somente o fato de você estar aqui lendo este artigo mostra que, de alguma forma, já está preocupado em melhorar seus conhecimentos sobre educação financeira, isso é um grande passo.

Mais do que uma educação formal, com cálculos e planejamentos financeiros, a educação financeira se estende a comportamento financeiro, escolhas, a aprender diferenciar desejos de necessidades, planejar o futuro sem deixar o presente de lado.

Como já mencionei, prosperidade financeira vem de um processo de acumular conhecimentos e habilidades em ganhar, gastar, acumular e investir bem o dinheiro.

Portanto, ter ou não ter dinheiro é apenas uma questão de como se administra esse fluxo, e a educação financeira irá ajudar você nesta tarefa.

Até o próximo artigo e sucesso!

 


COMO EVITAR A COMPRA POR IMPULSO?

COMO EVITAR A COMPRA POR IMPULSO?

Problemas profissionais, familiares, problemas de relacionamento, ansiedade, tristeza, dentre outros, são fatores que podem levar à compra por impulso. Buscando uma forma de “compensar” esses problemas, ao se depararem com as tentações de marketing, muitas pessoas não resistem, quando se dão conta, já efetuaram a compra.

As promoções e descontos são chamativos quase que irresistíveis, geralmente a análise para finalizar a compra se limita a: “Tá bonito, o preço tá bom, a parcela cabe no bolso”. Lá se vai mais um sapato para o fundo da sapateira, mais uma blusa para o canto do armário ou mais um televisor no quartinho do fundo onde dificilmente alguém vai lá para assistir.

Uma pesquisa realizada pela SERASA (https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/pesquisas/397-52dosbrasileirosfizeramalgumacompraporimpulsonosultimostresmesesrevelaspcbrasil) revelou que 52% dos brasileiros fizeram alguma compra por impulso nos últimos três meses (da data da pesquisa). As principais justificativas são os descontos e promoções.

E você? também faz parte desse grupo de pessoas? Já fez uma compra de algo que usou pouco ou nem usou e deixou de lado? Comprou com o dinheiro que poderia ser usado para outra coisa e depois ficou com sentimento de culpa?

Realmente está cada vez mais difícil resistir às propagandas e apelos promocionais do mercado, mas com paciência e boa vontade é possível evitar a compra por impulso e se tornar um comprador consciente, veja as dicas simples abaixo e aprenda a se proteger das tentações do consumo.

Aprenda diferenciar necessidade de desejo

Saiba diferenciar o que é necessidade e o que é desejo, saber essa diferença é fundamental para quem quer fazer boas escolhas na hora da compra, ou na hora de evitar a compra.

Por exemplo, se sua geladeira quebrou, você necessita urgentemente de outra (é uma necessidade), porém se você quer trocar sua geladeira porque acha que já está velha, então você deseja outra geladeira (é um desejo).

Os desejos devem fazer parte de seus objetivos financeiros, portanto possuem prazos para serem realizados, não devem fazer parte de compra por impulso e sim de uma compra programada.

Tenha objetivos financeiros claros

Quando elaboramos um orçamento doméstico devemos estabelecer quais são nossos objetivos financeiros, (recomendo fortemente que você leia também o artigo: Como definir objetivos financeiros) isso tira os sonhos e os desejos do plano da imaginação, e os trazem para a vida real e realizável.

Ter em mente esses objetivos, de forma clara, é uma maneira de evitar a compra por impulso pois sempre que se sentir tentado, lembrará que possui objetivos financeiros muito mais importantes para alcançar, e que aquela compra poderá retardar ou até impedir que você tenha sucesso.

Organize os armários da casa com frequência

Organizar os armários com frequência é uma maneira de identificar coisas que a tempos você não usa, muitas vezes é possível encontrar coisas que você nem se lembrava mais que tinha.

Manter o guarda-roupa sempre organizado por exemplo, pode lhe ajudar a ter em mente quais tipos de roupas, cores e estilos você possui, isso colabora na hora de definir o que você realmente precisa.

Planeje suas compras

Faça uma reflexão sobre o que verdadeiramente está precisando, planejar as compras antes de sair atrás delas é um passo importante para quem quer evitar compras por impulso.

Reúna toda a família buscando um consenso sobre o que realmente é necessário, e saia de casa sabendo exatamente o que vai comprar.

Faça pesquisas de preços com antecedência isso lhe ajudará a identificar o que realmente é uma oferta ou não.

Faça uma lista do que você precisa

Quando identificar o que realmente precisa faça uma lista com os itens e leve sempre com você, assim fica mais fácil tomar decisão na hora da compra, se não estiver na lista não compre, pois você não precisa!

Vai passear ou vai comprar?

Se você separou aquele final de semana para passear ou se distrair, fique longe de shoppings e lugares que incentivam o consumo. Busque alternativas como parques, museus ou algo de visitação pública e gratuita. Se for ao cinema do shopping, tenha em mente que você está indo a passeio não às compras.

Evite ver coisas que você não precisa

É comum vermos pessoas passeando pelo shopping de olho nas vitrines, quado veem algo que lhe agrada (mas que não precisam) entram na loja para “ver mais de perto”, a princípio, apenas para “ver”, mas quando se dão conta, já saíram da loja com o produto que nem imaginavam comprar naquele passeio.

Por isso, evite ver coisas que você não precisa, a compra por impulso ocorre muitas vezes neste momento. Só o fato de você entrar na loja para ver o produto, já corre grande risco de efetuar uma compra por impulso, com outros atrativos como o ambiente, a promoções, os descontos e a influência do vendedor então… a compra torna-se quase que inevitável.

Reveja com frequência seu orçamento doméstico

Manter as contas equilibradas requer um pouco de dedicação, principalmente no acompanhamento do orçamento doméstico, em se tratando de evitar comprar por impulso, esta regra também é válida.

Mantendo uma regularidade no acompanhamento de seu orçamento você saberá o quanto de recursos ainda lhe resta, isso irá lhe ajudar a evitar a compra compulsiva. Por exemplo: se em seu orçamento você possui R$ 100,00 para gastar em roupas saberá o quanto já gastou e o quanto ainda falta gastar, assim evitará desembolsar mais do que está no orçamento.

Estude educação financeira

O consumo compulsivo é apenas uma das abordagens da educação financeira, o estudo do comportamento financeiro vai muito além.

Neste sentido, procure educar-se financeiramente, busque informações e conhecimento a respeito do assunto, invista em você, faça cursos, leia artigos e livros sobre o assunto.

Quanto mais conhecimento você tiver sobre educação financeira, maior será sua confiança e segurança na tomada de decisão na hora da compra (ou na hora de evitar a compra).

BOAS COMPRAS! (com consciência!)