EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA CRIANÇAS: DICAS DE COMO FALAR SOBRE DINHEIRO COM OS FILHOS

EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA CRIANÇAS: DICAS DE COMO FALAR SOBRE DINHEIRO COM OS FILHOS

Você gostaria que seus filhos se transformassem em adultos bem-sucedidos financeiramente, que tivessem dinheiro suficiente para garantir segurança e independência financeira, e que fossem capazes de viver uma vida mais feliz, tranquila e equilibrada?

Tenho certeza que sim…

Filho, o dinheiro é bom ou mau? – Perguntei um dia ao meu filho de 7 anos (na época).

Para minha surpresa, recebi uma resposta simples e direta: “Papai, vai depender do que a gente faz com ele”.

Claro que fiquei feliz com o que ouvi, afinal, diante de tantas dificuldades em educar os filhos, nada mais gratificante do que ver que o esforço vale a pena.

O dinheiro faz parte de nossas vidas.

Desenvolver a inteligência financeira desde cedo é fundamental para que os filhos se tornem adultos capazes de fazerem boas escolhas, de priorizarem o que realmente é importante, de superarem desafios financeiros e de tomarem decisões financeiras mais conscientes durante a vida.

O melhor investimento que podemos fazer para nossos filhos é a educação, não há dúvidas!

Mas é importante que essa educação não esteja limitada apenas ao ensino convencional.

A educação financeira também deve ter seu espaço, e deve ser ensinada para as crianças desde cedo.

Comumente os pais se preocupam com a escolha da melhor escola, dos melhores cursinhos para alcançarem as melhores universidades, cursos de línguas, esportes etc.

Acontece que a educação financeira é sempre deixada de lado.

Claro que na maioria dos casos são pais que também não foram educados financeiramente, porque seus pais também não foram.

Quando muito, vemos pais ensinando os filhos a guardarem dinheiro, poupando cada centavo sem um objetivo certo.

Com isso, formam adultos preocupados apenas em acumular dinheiro e incapazes de levar uma vida feliz e equilibrada.

Infelizmente muitos pais não dão conta da importância da educação financeira na vida dos filhos.

Então, ao longo dos anos, boas escolas e boas universidades formam ótimos profissionais, nas mais diversas áreas: Engenheiros, Contadores, Médicos, Farmacêuticos, Advogados etc.

Profissionais comprometidos e muito respeitados no que fazem, mas pouco preparados financeiramente.

O que estou dizendo é bem fácil de perceber, me responda a seguinte pergunta:

Em que nível de escolaridade você aprendeu a cuidar do seu dinheiro, a lidar melhor com suas escolhas financeiras, a consumir com consciência, a controlar seus impulsos consumistas, a investir bem suas economias e a controlar as contas para gastar menos do que ganha?

Mesmo que você possua nível superior, a menos que você tenha feito um curso voltado exclusivamente para esta área, muito provavelmente você nunca ouviu falar sobre esse assunto em sala de aula.

Se você é, ou pretende ser, pai ou mãe, pense nisso!

Busque também ensinar educação financeira para as crianças, eduque financeiramente seus filhos o mais cedo possível.

Faça com que eles participem das rotinas financeiras da casa e da elaboração do orçamento doméstico, assim, o hábito de se planejar financeiramente irá aos poucos fazer parte da vida deles.

Para ajudar você nesta tarefa, aqui vão algumas dicas para que você comece a desenvolver uma mentalidade financeira mais rica em seus filhos.

DE ONDE VEM O DINHEIRO?

De onde vem o dinheiro

 

É preciso ensinar aos filhos desde pequenos sobre a origem do dinheiro.

Para muitas crianças o dinheiro é algo que simplesmente existe e está lá, disponível a qualquer momento.

Quando estamos fazendo compras no supermercado, por exemplo, o que as crianças veem é que o dinheiro brota da carteira ou que um simples cartão de plástico quando passado em uma maquininha, paga a conta.

As crianças devem saber que o dinheiro é um meio de troca e que para consegui-lo é necessário esforço, tempo, dedicação e conhecimento.

Devem saber que o dinheiro pode vir:

  • Do salário (que é a troca das horas de trabalho por dinheiro);
  • De um negócio próprio (uma loja, por exemplo);
  • Do trabalho autônomo (Engenheiros, médicos, advogados);
  • Dos investimentos (juros, casa de aluguel, dividendos etc.)

Enfim, que o dinheiro não é algo que simplesmente nasce no banco ou na carteira dos pais.

O Banco Central disponibiliza gratuitamente uma cartilha bem interessante para crianças, a cartilha ensina de forma simples qual a origem do dinheiro, você pode baixar gratuitamente a cartilha aqui: Cartilha sobre o dinheiro BCB

O DINHEIRO POR SI SÓ NÃO É BOM NEM MAU

Dinheiro não é bom nem mau

 

Se você já ouviu ou fala algo como: O dinheiro é o mal de todas as coisas; que dinheiro não é problema é solução; que ricos são mentirosos, corruptos, gananciosos; que dinheiro não traz felicidade etc.

Cuidado para não repetir isso para seus filhos.

Tudo isso são crenças a respeito do dinheiro que limitam as pessoas de crescerem financeiramente.

Essas informações ouvidas repetidamente formam bloqueios inconscientes que são convertidos em ações que prejudicam a vida financeira da criança no futuro.

Uma criança que cresceu ouvindo que os ricos são corruptos ou que são cruéis com os menos favorecidos, por exemplo, na sua vida adulta, muito provavelmente, mesmo que inconscientemente, fará de tudo para que o dinheiro não permaneça em suas mãos.

Porque em sua mente ela não quer se tornar corrupta ou cruel com os menos favorecidos.

É como se o cérebro dissesse:

“Não aproveite esta oportunidade, você pode ficar rico, ter muito dinheiro, e então você será corrupto, ganancioso, e uma pessoa má”

O dinheiro em si não é bom nem mau, depende do que você faz com ele.

Uma faca pode matar alguém ou cortar o alimento, a faca por si só não é boa nem má.

O dinheiro pode ser utilizado para financiar armas e tráfico de drogas, mas também pode ser utilizado para ajudar a manter entidades de assistência às pessoas.

Há ricos corruptos, há pobres também!

Há pobres infelizes, há ricos também!

Se o dinheiro é o mal de todas as coisas responda: Como os asilos são mantidos? Como as igrejas se mantêm? Como as fundações e instituições de caridade conseguem cuidar das pessoas?

Compreende como isso pode influenciar seus filhos no futuro?

Ensine isso aos seus filhos!

ENSINE SEU FILHO A SER AMBICIOSO

Ensine seu filho a ser ambicioso

 

Ambição não é ganância!

Ser ambicioso é uma qualidade e não um defeito, um pecado, uma falha de caráter.

Muitas pessoas confundem ambição com ganância, então usam a palavra ambição para desqualificar os sonhos e os desejos de alguém.

Ser ambicioso é bem diferente de ser ganancioso!

“O ambicioso quer chegar lá para se realizar e compartilhar, enquanto o ganancioso quer chegar primeiro para pegar a parte maior e não ter que repartir” – catequisar.com.br

A ambição é um forte desejo, um anseio de progredir, de alcançar um objetivo, de ter sucesso na vida…

Pessoas ambiciosas são aquelas que prosperam, são empreendedoras, são aquelas que tomam iniciativas, se arriscam, criam projetos e os colocam em prática.

Enfim…

São as pessoas ambiciosas que movem o mundo!

Ensine seus filhos a terem objetivos, ensine-os a buscarem o melhor que a vida pode oferecer e a não se contentarem com menos.

Deixe de lado as críticas e elogie sempre que eles apresentarem comportamentos ambiciosos e sonhos “impossíveis”.

JAMAIS FRUSTRE O SONHOS DOS SEUS FILHOS

Jamais frustre os sonhos dos seus filhos

 

Não temos dinheiro para isso!

Não podemos comprar isso!

Você não pode ter as duas coisas, escolha apenas uma!

Esqueça, você nunca vai ter algo assim!

Infelizmente as crianças são bombardeadas o tempo todo com frases de programação mental negativas.

Ao longo dos anos elas vão recebendo informações de várias fontes: pais, professores, líderes religiosos, propagandas, políticos etc.

Essas informações vão sendo armazenadas no cérebro da criança para que em momentos oportunos sejam utilizadas.

Veja que quando uma criança é “reprimida” e ouve com frequência: – Você nunca vai ter algo assim! – ela poderá criar uma crença limitadora de incapacidade.

A criança não possui defesas nem discernimento para argumentar a respeito de muitas coisas.

Assim ela tende a “gravar” como verdades absolutas o que veem, ouvem e presenciam, principalmente se isso vier dos próprios pais e carregado de uma forte emoção.

Essas informações, quando “gravadas” irão acompanhar a criança por toda vida, influenciando significativamente as atitudes, decisões e escolhas da criança, muitas vezes inconscientemente.

Por isso, devemos cuidar da programação que estamos passando para nossos filhos.

Isso também é educação financeira para crianças!

Por exemplo, a invés de utilizar frases que limitam, que impedem, que inferiorizam, busque frases que as façam pensar e buscar alternativas.

Ao invés de “Você não pode ter isso”, você pode dizer: “O que podemos fazer para ter isso? ”.

Ao invés de “Não temos dinheiro para isso”, você pode dizer: “Não planejamos comprar isso hoje! ”, ou “Não estamos aqui para comprar isso hoje”.

Ao invés de “Você não pode ter as duas coisas”, você pode dizer: “Escolha o que é mais importante para você neste momento”.

O TEMPO AO SEU FAVOR

O tempo a favor do enriquecimento

 

Enriquecer é uma ciência exata!

Para isso, basta seguir os princípios fundamentais do enriquecimento:

Gaste menos do que ganha, invista bem a diferença, tenha um plano e siga-o à risca com persistência.

Considerando esse princípio, a criação de riqueza tem um fator muito importante: O tempo.

Quanto mais cedo começarmos a construir nossa riqueza menos esforço será necessário.

Isso porque no processo de multiplicação de riqueza contamos com os juros compostos nos investimentos.

Os juros compostos, também chamados juros sobre juros possuem um grande poder no processo de criação de riqueza.

Pequenos valores investidos a longo prazo podem representar um futuro milionário.

Por exemplo: R$ 200,00 investidos mês a mês ao longo de 35 anos, a uma taxa de 1% ao mês resultará num valor de R$ 1.286.191,89.

Um valor significativo considerando um investimento de apenas R$ 200,00 não é mesmo?

Claro que dependendo da idade dos seus filhos eles não vão entender o que são juros compostos nem o que são investimentos.

O importante é ensiná-los o hábito de poupança desde cedo.

Quanto mais cedo eles começarem, menos esforços e dinheiro será necessário para garantir uma vida mais tranquila financeiramente no futuro.

EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA CRIANÇAS: OS FILHOS COPIAM OS PAIS

Os filhos copiam os pais

 

Conta-se que na índia uma mãe procurou Mahatma Gandhi para lhe fazer um pedido: Que ele aconselhasse o filho dela a parar de comer doces porque o filho tinha diabetes e a doença se agravaria.

Após ouvir a mãe, Gandhi pediu que ela voltasse em quinze dias. Sem entender a mãe foi embora.

Na data marcada a mãe retornou e Gandhi pediu novamente que ela voltasse em quinze dias. Impaciente e irritada a mãe foi embora novamente.

Quando Gandhi decidiu receber o menino olhou bem nos olhos dele e disse: “filho pare de comer açúcar, pois isso irá matar você”.

Inconformada a mãe perguntou: Se era para dizer só isso, porque o senhor não disse logo na primeira vez que estive aqui?

Gandhi respondeu: “Porque até a semana passada, eu mesmo comia açúcar”.

Essa é uma lição que devemos lembrar toda vez que vamos ensinar algo aos filhos.

Não devemos ensinar aos filhos algo que não fazemos.

As crianças prestam mais atenção no que fazemos do que no que dizemos.

O cérebro das crianças possui neurônios espelhos (Neuron Mirror) mais ativos, o que faz com que elas copiem o que fazemos.

Portanto, aprenda e coloque em prática a educação financeira na sua vida.

Aprenda a cuidar melhor do seu dinheiro, a investir com sabedoria, e a controlar seus comportamentos quando o assunto é dinheiro.

Com certeza, agindo assim você estará replicando comportamento e conhecimento que irão contribuir significativamente para que seus filhos se tornem adultos mais bem preparados e conscientes financeiramente.

O que você faz para ensinar sobre dinheiro para seus filhos?

Compartilhe sua opinião e suas experiências deixando um comentário.

Gostou deste artigo?

Compartilhe com seus amigos e incentive-os a ensinar educação financeira para as crianças.

 

 

COMO TER SEGURANÇA FINANCEIRA, SE PROTEGER, E GARANTIR UM FUTURO PRÓSPERO

COMO TER SEGURANÇA FINANCEIRA, SE PROTEGER, E GARANTIR UM FUTURO PRÓSPERO

Conquistar a Segurança Financeira é o primeiro passo rumo a Liberdade Financeira

 

Certo dia eu estava na fila do caixa eletrônico do banco e presenciei uma situação um tanto quanto triste e comovente.

Em um dos caixas um senhor de idade estava tentando sacar dinheiro.

Vi que ele tinha dificuldades para sacar o dinheiro, afinal, a visão cansada dos aparentes 68 anos tornava a leitura do menu de opções do caixa muito lenta.

Com todas aquelas perguntas e solicitações do caixa eletrônico percebi que ele estava um pouco perdido e atrapalhado.

Como já passava das dezenove horas não havia nenhum funcionário do banco para ajudá-lo naquele momento.

Na minha frente havia quatro pessoas que também presenciavam a cena.

Eu queria ajudar, mas só ajudaria se percebesse que ele realmente não conseguiria fazer o saque.

Quando chegou a minha vez, depois de uns dez minutos aproximadamente, o senhor conseguiu finalizar o saque.

Virou-se para uma moça do caixa ao lado, e com um semblante de decepção disse balançando o dinheiro que havia sacado no caixa:

– Depois de tantos anos de trabalho olha só o que tenho para passar o mês.

Não sei qual era o valor que ele tinha nas mãos, mas tratava-se do valor que recebera da aposentadoria.

– Com esse dinheiro mal consigo pagar as despesas de casa – continuou o senhor.

– Quando me aposentei até que conseguia me virar, mas fiquei muito doente e tive que fazer um empréstimo para pagar as contas do hospital.

– Agora todo mês minha aposentadoria vem com desconto e recebo essa “mixaria”.

– Já não era muito porque me aposentei com um valor menor do que quando eu trabalhava, agora com esses descontos então… Tá cada vez mais difícil!

 

Ouvindo as palavras daquele senhor logo percebi que ele era mais uma vítima da falta de um plano de segurança financeira.

Esse não é um caso isolado, infelizmente, na verdade essa é a realidade de muitos.

Neste caso estamos falando da aposentadoria, mas a falta de segurança financeira reflete em muitos aspectos de nossa vida.

 

Como você vê a segurança financeira na sua vida?

 

Suponha que você chegue para trabalhar na segunda feira, logo após ter batido o carro no final de semana e recebe a notícia de que será demitido.

Para complicar ainda mais, você não renovou a apólice do seguro do carro porque não tinha dinheiro para isso.

Parece trágico, mas todo mundo está sujeito a isso não é mesmo?

Como você se sentiria?

Você estaria preparado para enfrentar esta fase da sua vida financeira?

Se você não se sente confortável com essas perguntas você também pode estar sendo vítima da falta de segurança financeira.

Todos terão que lidar mais cedo ou mais tarde com uma ou mais situações como desemprego, doença, velhice etc.

Com você também não é diferente.

Você já considerou a possibilidade de perder o emprego e não ter segurança financeira para atender as suas despesas básicas, ou de sua família?

Já pensou o quanto seria doloroso precisar de dinheiro para atender alguém doente na família e não estar preparado para isso?

Você já imaginou ser obrigado a trabalhar para completar sua renda na velhice?

Com certeza ninguém quer passar por isso.

Lamentavelmente, você jamais vai conseguir eliminar o risco de passar por situações assim, mas é sua responsabilidade planejar e se preparar para isso.

Continue lendo este artigo até o final e você vai aprender tudo sobre segurança financeira, como se proteger e evitar que seus sonhos virem pesadelos.

Você vai aprender neste artigo:

Então vamos lá? Mas antes, compartilhe com seus amigos e ajude eles a entenderem como ter Segurança Financeira também.

 

QUAIS SÃO AS TRÊS FASES DA VIDA FINANCEIRA?

As três fases da vida Financeira

 

Você já ouviu falar em Independência Financeira?

E em Liberdade Financeira, já ouviu?

É bem provável que você já tenha ouvido.

Mas, você consegue diferenciar um conceito do outro?

É bem comum que as pessoas confundam esses termos, e considerem os dois como sendo a mesma coisa.

Mas isso não é certo!

Independência financeira e Liberdade financeira são duas fases distintas em nossa vida financeira.

É fundamental entendermos sobre as duas fases para que possamos identificar em qual fase estamos.

Mas o que a segurança financeira tem a ver com isso?

Bem, nossa vida financeira possui três fases distintas: A Segurança Financeira, a Independência Financeira e a Liberdade Financeira.

A segurança financeira é a primeira e a mais importante das três fases.

Vamos ver a diferença:

Segurança Financeira: A segurança financeira está ligada à qualidade de vida, às coisas básicas como educação, saúde, transporte, habitação etc.

Independência Financeira: É a segunda fase da vida financeira.

Você alcança a independência financeira a partir do momento em que seus ativos proporcionam a você renda passiva suficiente para pagar sua segurança financeira.

Nesta fase você ainda tem que controlar bem os gastos e fazer boas escolhas para não perder a Independência financeira.

Liberdade Financeira: Você alcança a Liberdade Financeira quando o rendimento de seus ativos (sua renda passiva) é maior que as suas despesas mensais.

Essa é a fase tão sonhada por grande parte da população.

Nesta fase, você não precisa trabalhar para pagar suas contas e ainda tem liberdade para fazer escolhas financeiras sem se preocupar com o dinheiro.

Você pode ler mais sobre a Independência Financeira e Liberdade Financeira nestes artigos aqui:

Vamos ver agora com mais detalhes o que é Segurança Financeira e como alcançá-la.

 

O QUE É SEGURANÇA FINANCEIRA E COMO ALCANÇÁ-LA?

O que é Segurança Financeira

 

Imagine isso: Você trabalha, recebe seu salário, paga suas despesas básicas, mantêm uma reserva de dinheiro para imprevistos, e ainda poupa para aposentadoria.

Você não se sentiria mais confortável com isso?

Isso não seria maravilhoso?

A segurança financeira representa tudo isso!

Você tem segurança financeira quando você possui dinheiro suficiente para garantir três condições básicas: Segurança básica, Segurança contra imprevistos e Segurança Futura.

Cada uma das etapas da segurança financeira é representada na pirâmide de Segurança Financeira abaixo.

 

Pirâmide Segurança Financeira

 

Vamos ver cada uma delas com mais detalhes.

 

SEGURANÇA BÁSICA: QUAIS SÃO AS CONDIÇÕES PARA CONQUISTAR A SEGURANÇA BÁSICA?

Segurança Básica

 

A segurança básica está na base da pirâmide, esta etapa trata praticamente da sobrevivência, com um mínimo de qualidade de vida.

A segurança básica é alcançada quando você tem dinheiro suficiente para pagar suas despesas básicas como: alimentação, moradia, transporte, educação, saúde e lazer.

Veja que estamos falando basicamente de despesas essenciais à sobrevivência, com um mínimo de conforto, um padrão de vida simples.

Porém, é importante mencionar que, apesar de não serem consideradas por muitos como essenciais, nem como obrigatórias por inflarem o orçamento sem um retorno visível, se possível, nesta etapa também devemos incluir algumas despesas que proteja a vida e o patrimônio.

Despesas como: seguro de veículo, plano de saúde, seguro de vida, e seguro residencial também são indispensáveis em um bom plano de segurança financeira.

A partir do momento que você tem dinheiro suficiente para pagar essas despesas você tem segurança financeira básica.

 

SEGURANÇA CONTRA IMPREVISTOS: COMO PROTEGER SEUS SONHOS PARA QUE ELES NÃO VIREM PESADELOS

Segurança contra imprevistos

 

A segurança contra imprevistos está no centro da pirâmide de segurança financeira.

Ter uma reserva de dinheiro para lhe socorrer caso aconteça um imprevisto é o primeiro passo em um bom plano de segurança financeira.

Se essa não é uma de suas prioridades financeiras é muito provável que isso nunca aconteceu com você:

  • Você nunca precisou fazer um reparo de emergência no seu carro.
  • Sua máquina de lavar, seu ferro de passar, seu televisor, ou qualquer outro aparelho jamais precisou ir ao concerto (e nem vai precisar).
  • Sua casa ou apartamento jamais precisou e nunca vai precisar fazer reparos urgentes como: trocar fechaduras, fazer reparos na parede, encanamentos, rede elétrica etc.
  • Você nunca atrasou a fatura do cartão de crédito e nunca pagou somente o valor mínimo da fatura, por isso nunca precisou pagar os juros altíssimos cobrados pelo cartão.

Ufa… Se você realmente nunca passou por uma dessas situações e acha que não está sujeito a passar, olha…Definitivamente você é uma pessoa a ser estudada 🙂

O que eu quero dizer é que imprevistos acontecem com todo mundo, acontece comigo, com você, com o seu vizinho…

Essas são apenas quatro de um milhão de razões para você priorizar uma reserva de emergência financeira. Tenho certeza que você pode pensar em muitas outras.

É certo que uma reserva contra imprevistos jamais vai assegurar que você não passe por situações indesejadas.

Mas com certeza vai ajudar você a se proteger, a proteger seu patrimônio e a passar por essas situações de uma maneira mais tranquila caso aconteça.

Uma reserva de emergência também vai ajudar você a proteger seus sonhos e seus objetivos financeiros.

Imagine que você está um ano guardando dinheiro para fazer a viagem dos seus sonhos e de repente… Algo que você nunca esperava acontece e você vai precisar do dinheiro.

Difícil não é mesmo?

Pense nisso!

Você pode ler mais sobre imprevistos no artigo: FUNDO DE EMERGÊNCIA: 5 RAZÕES PARA VOCÊ TER UM, vale a pena dar uma olhadinha lá.

 

SEGURANÇA FUTURA: APOSENTADORIA NÃO É SÓ INSS!

Segurança Futura

 

No topo da pirâmide está a última etapa para conquistar a segurança financeira: a segurança futura.

Quando falamos em segurança básica e segurança contra imprevistos estamos falando no agora, em garantir o pagamento das suas despesas básicas e uma reserva de dinheiro para imprevistos.

A segurança futura nada mais é do que garantir este mesmo padrão de vida no futuro, ou seja, garantir este mesmo padrão de vida na velhice.

Para isso é preciso formar uma reserva de dinheiro para garantir que no futuro não tenhamos problemas financeiros.

Geralmente essa reserva é formada através de um plano de previdência. Mas essa não deve ser a única!

Se você é igual à maioria dos brasileiros é bem provável que você já contribui para previdência, seja ela pelo regime geral (INSS) ou regime próprio – no caso de servidores públicos (RPPS).

Acontece que a previdência no Brasil não anda muito “bem das pernas”.

Como dizem por aí INSS significa: Isso Nunca Será Suficiente.

Efetivamente, já não está sendo suficiente!

O déficit previdenciário já atingiu cifras gigantescas, enquanto escrevo este artigo o déficit previdenciário passa de R$ 112,6 bilhões, e se mantém numa trajetória acentuada.

Agora eu lhe pergunto: Será que dá para confiar sua tranquilidade financeira futura ao INSS?

É certo que não!

Por isso é preciso ir além para garantir um futuro mais tranquilo financeiramente.

Juntamente com a contribuição previdenciária é de fundamental importância que seja destinada uma parte da sua renda para a criação de ativos que possam lhe proporcionar renda passiva no futuro.

Como expliquei neste guia, para garantir sua segurança futura destine no mínimo 10% da sua renda para criação de ativos.

 

A SEGURANÇA FINANCEIRA E O PENSAMENTO NEGATIVO

Segurança Financeira e Pensamento Negativo

Quem vive proferindo palavras negativas acaba atraindo coisas e fatos que ele teme (Masaharu Taniguchi)

 

Imagine uma pessoa que só fala sobre doenças, pensa como doente, age como doente… O que essa pessoa vai ter na vida?

Sabemos que nossos pensamentos geram sentimentos, nossos sentimentos geram ações e nossas ações geram resultados.

Pensamentos negativos atraem coisas negativas.

Se você tem pensamentos e sentimentos negativos na sua vida, seus resultados também serão negativos.

Mas o que isso tem a ver com segurança financeira?

Acontece que buscar segurança financeira não significa viver focado em se preparar para coisas e tempos ruins.

Quando você entra no carro e coloca o sinto de segurança você está pensando em se proteger ou em um acidente?

O cinto de segurança serve para te proteger caso aconteça algum acidente, é diferente de colocar o sinto pensando em um acidente, compreende?

O foco deve estar na proteção, na segurança, não no acidente!

Da mesma forma, dê foco na segurança financeira, não em coisas ruins que possa lhe acontecer.

Veja sua reserva contra imprevistos, por exemplo, como um ativo que lhe proporcione renda passiva todos os meses, e não como um “fundo para mal”.

Sua reserva de emergência deve fazer parte da sua riqueza financeira, a diferença é que ela servirá para garantir a segurança e proteção dos outros investimentos.

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5 ERROS FINANCEIROS BANAIS QUE FAZEM VOCÊ PERDER DINHEIRO (MILHÕES). COMO EVITÁ-LOS? (O SEGUNDO É O PIOR DELES)

5 ERROS FINANCEIROS BANAIS QUE FAZEM VOCÊ PERDER DINHEIRO (MILHÕES). COMO EVITÁ-LOS? (O SEGUNDO É O PIOR DELES)

Ninguém quer perder dinheiro!

Eu não quero! Você quer?

Tenho certeza que não!

Principalmente se o motivo for um erro banal que cometemos.

Não é nada agradável saber que o dinheiro foi embora, e então nos vem à cabeça aquela frase: Não acredito que eu fiz isso!

Sabia que não devia fazer, mas fez!  🙁

Durante toda nossa vida financeira cometemos erros, erros que podem custar milhões.

Alguns básicos, que a gente consegue identificar e corrigir de imediato, outros, cometemos a vida inteira sem nos dar conta disso.

Eu já cometi muitos erros, já perdi muito dinheiro por isso, e talvez você também esteja cometendo agora!

Não estou aqui inventando a roda, nem descobrindo um novo elemento da tabela periódica.

Estou falando de erros simples, conhecidos por todos. Mas também desprezados por muitos.

Sei que você não quer perder dinheiro por cometer erros banais, não é mesmo?

E também sei que desprezar esses erros pela simplicidade irá levar você para o lado oposto disso.

Você quer aprender sobre 5 erros financeiros banais que fazem você perder dinheiro aos montes, e como evitá-los?

Então continue lendo este artigo até o final e você aprenderá que esses 5 erros podem ser evitados e podem levá-lo a salvar milhares de reais, se não milhões.

Ah, eu aposto que o exemplo do erro #2 irá surpreender você.

Sabe por quê? Porque ele é desprezado pela maioria das pessoas.

E sim! Ele pode fazer você perder muito dinheiro, milhões! (comprovado).

 

ERRO #1: IGNORAR O DINHEIRO (PERDER DINHEIRO POR IGNORÁ-LO?)

Erro #1 Ignorar o Dinheiro

Você não tem culpa alguma de não entender sobre dinheiro e riqueza. Não é sua culpa não ter sido ensinado sobre educação financeira. Por outro lado, é 100% sua responsabilidade aprender sobre dinheiro e riqueza e como se comportar em relação… (Rafael Seabra – Verdade sobre o dinheiro)

 

Talvez esse seja o erro mais comum e mais incoerente que alguém pode cometer com o dinheiro: Ignorá-lo.

Para que você possa administrar bem o seu dinheiro, primeiro é preciso entender sobre ele e aprender como ele funciona para usá-lo com sabedoria.

Mas não é bem assim que acontece!

Incoerentemente a grande maioria que “quer dinheiro” o ignora!

Mais precisamente ignoram o conhecimento que irá trazer mais dinheiro para o bolso.

Por exemplo, muitas pessoas querem ficar ricas, mas quando vai começar o noticiário sobre economia e finanças na TV, mudam de canal e põem na novela.

Como ganhar, guardar e investir bem o dinheiro para que ele se multiplique sem entender sobre ele, e sobre as coisas que estão ao redor dele?

Você também faz isso?  😮

Se isso acontece com você, a partir de agora tenho certeza que isso vai mudar.

Você nunca mais vai perder dinheiro por não assistir ao noticiário sobre economia e finanças.  😀 

É certo que você não precisa ser um especialista em finanças para cuidar bem do seu dinheiro, mas também nunca conquistará sua independência financeira sem conhecer sobre como ele realmente funciona.

 

O conhecimento sobre o dinheiro é mais importante do que o próprio dinheiro.

 

Se você tivesse que escolher entre um saco de ouro e uma tábua de argila gravada com palavras sábias, qual dos dois você escolheria?

É assim que começa uma história contada no livro “O homem mais rico da babilônia”, um clássico de George S. Clason.

A história conta que Arkad o homem mais rico da babilônia, para confiar a administração de sua fortuna ao seu filho Nomasir, ele teria que provar ao pai que era capaz de administrá-la adequadamente.

 

Para isso Arkad incentivou Nomasir a sair pelo mundo e mostrar sua competência para ganhar dinheiro, e para tornar-se um homem respeitado.

 

Em sua bagagem Nomasir levou duas coisas dadas pelo pai Arkad: Um saco com moedas de ouro e uma tabuinha de argila onde estavam gravadas as Cinco Leis do Ouro.

 

Dez anos se passaram, e conforme havia combinado com seu pai, Nomasir voltou para prestar contas de suas as ações e sua experiência.

 

Após uma grande festa, Nomasir diante de seu pai, sua mãe, amigos e familiares, contou o que havia acontecido.

 

Com muito respeito diante da sabedoria do pai, Nomasir contou que não usou o ouro com sabedoria, em pouco tempo não lhe restou nada do que havia recebido do pai.

 

Devido sua inexperiência, perdeu todo seu ouro em corridas de cavalo e em negócios que não deram certo.

 

Após perder todo seu ouro, contou Nomasir que se lembrou da tabuinha de argila e do conhecimento que ela trazia.

 

Após ele ler as cinco leis do ouro com muito cuidado, percebeu então que se tivesse buscado primeiro a sabedoria contida naquela argila não teria perdido todo seu ouro.

 

Continuando sua história, Nomasir revelou que após adquirir o conhecimento sobre as 5 leis do ouro começou então a aplicar o que seu pai havia escrito naquela tabuinha de argila.

 

Final da história: Nomasir conseguiu se tornar um homem muito rico e respeitado, e naquela noite deu ao pai 3 sacos de ouro, um como devolução ao ouro que seu pai havia lhe dado quando saiu de casa, e outros dois como pagamento simbólico à sabedoria passada pelo pai na tabuinha de argila.

 

Com esse gesto Nomasir mostrou a todos que considerava mais valiosa a sabedoria passada pelo pai do que o próprio ouro.

 

Se você ainda não leu o livro “O homem mais rico da Babilônia”, recomendo fortemente que leia. Ele é ao mesmo tempo simples e inspirador.

Sabemos que você não quer perder dinheiro! Sabemos que você não quer perder o seu ouro!

Portanto, buscar conhecimento sobre o dinheiro é o melhor caminho para evitar isso.

  • Faça cursos sobre educação financeira, investimentos, finanças pessoais.
  • Leia artigos, livros, jornais e revistas especializadas.
  • Assista ao noticiário econômico na TV.

Se “tempo é dinheiro” então “conhecimento é ouro” (que vale mais do que dinheiro – como diz o Silvio Santos)

Não cometa o erro de ignorar isso.

 

ERRO #2: PROCRASTINAR – ACHAR QUE PODE ESPERAR PARA TER O CONTROLE DAS FINANÇAS

Erro #2 Procrastinas com as Finanças

Daqui a um ano você vai desejar ter começado hoje. (Karen Lumb)

 

Quantas coisas você tem deixado para depois em sua vida?

A academia, um novo regime, trocar de emprego, sair mais com os amigos, ficar mais com a família…

A procrastinação é um mal que atinge muita gente, todos nós uma vez ou outra procrastinamos.

Somos mestres em inventar desculpas para deixar algo para depois, somos mestres em procrastinar:

  • Está chovendo;
  • Tenho que trabalhar até tarde;
  • Agora não é o momento certo;
  • Ainda tenho tempo para isso;
  • Começo amanhã!
  • Não tenho tempo.

Essa última é a preferida de muitos!

Infelizmente quando o assunto é administração do nosso dinheiro, isso também acontece.

A procrastinação é um ladrão lento e silencioso do seu dinheiro.

Esse é um erro que pode levar você a perder dinheiro aos milhares.

É certo que todos nós deixamos algo para depois em algum momento.

Mas deixar até o último minuto para ficar esperto com o dinheiro pode gerar consequências irreversíveis em nossa vida financeira.

Veja alguns exemplos de procrastinação com as finanças:

  • Deixar de poupar seja para o curto, médio, ou longo prazo;
  • Não pagar as contas em dia;
  • Deixar para amanhã o controle de receitas e despesas;
  • Deixar o futuro para depois e adiar um plano de aposentadoria;
  • Esperar sobrar dinheiro para começar a poupar: “Mês que vem eu vou guardar algum dinheiro!”.

Claro que nem sempre a procrastinação vai fazer você perder dinheiro.

Mas em compensação, há algumas situações em que procrastinar é igual a rasgar dinheiro e jogar ao vento.

Deixar para depois um plano de poupança, por exemplo, pode significar um porquinho muito, muito mais magro!

 

Como evitar que seu porquinho não morra de fome.

 

Vamos comparar dois indivíduos e suas ações a respeito de um plano de poupança:

 

Sr. Inteligência Financeira Sr.Procrastinador
Início dos investimentos Aos 20 anos de Idade Aos 35 anos de idade
Investimento de R$ 300,00/Mês a uma taxa de 1% ao mês Durante 15 anos Durante 25 anos
Aos 60 anos, terão em suas contas R$ 2.965.777,78 R$ 563.653,99

 

Neste exemplo:

O Sr. Inteligência Financeira: Começou a investir mais cedo, aos 20 anos de idade. Poupou e investiu R$ 300,00 todo mês durante 15 anos apenas. Depois disso parou de poupar, deixou o dinheiro investido e nunca mais mexeu nele. Quando completou 60 anos tinha em sua conta R$ 2.965.777,78.

O Sr. Procrastinador: Começou a investir muito tarde, aos 35 anos de idade. Poupou e investiu R$ 300,00 por mês durante 25 anos (10 anos a mais que o Sr. Inteligência Financeira). Quando completou 60 anos tinha em sua conta apenas R$ 563.653,99.

Você compreende agora porque procrastinar com o dinheiro pode levar você a perder milhões?

Os números mostram isso não é mesmo?

Portanto, não permita que o hábito de deixar para depois prejudique suas finanças, crie alternativas para evitar que isso aconteça:

  • Para evitar que as contas atrasem, coloque tudo no débito em conta.
  • Para não deixar a poupança para depois, faça uma poupança programada, comece com um valor pequeno, aos poucos você vai aumentando.
  • Não espere o mês terminar para registrar suas despesas, faça uma previsão antecipada do quanto será gasto, assim durante o mês você apenas acompanha o que você previu.

Lembre-se, você pode fazer isso a qualquer tempo!

Sugiro que seja agora! (não vai procrastinar. Vai? 😉 ).

 

ERRO #3 NÃO PENSAR NA SEGURANÇA E NA PROTEÇÃO FINANCEIRA

Erro #3 Não Pensar em segurança financeira

 

A maioria das pessoas vive de salário em salário e qualquer imprevisto pode facilmente se transformar em um desastre para as finanças.

A falta de uma reserva para emergências, planos de saúde, seguros etc. pode fazer não só você perder dinheiro, mas também perder muitas noites de sono.

Dentro de um processo de gestão do dinheiro e do planejamento financeiro é de extrema importância pensar na segurança financeira.

Imagine por exemplo se você chega ao trabalho na segunda feira, logo depois de ter batido o carro no final de semana e recebe a notícia de que será demitido.

Para complicar ainda mais, você não renovou a apólice de seguro do carro porque não tinha dinheiro.

Parece trágico, mas todo mundo está sujeito a isso não é mesmo?

Como seria sua reação diante desse acontecimento? Como você se sentiria?

Muitas pessoas nesta situação buscariam ajuda em empréstimos bancários ou ao limite de cheque especial.

Com isso, estariam destinando grande parte da renda para o pagamento de juros altíssimos, literalmente perdendo dinheiro.

O certo é que ninguém está livre de imprevistos, situações inesperadas que requerem auxílio financeiro podem acontecer com todo mundo.

Não pensar em um plano de segurança financeira pode ser um erro irreparável com o dinheiro.

 

Como pensar em um plano de segurança financeira.

 

A segurança financeira está ligada à qualidade de vida no presente e na aposentadoria.

É a primeira e a mais importante das três fases da vida financeira, seguida da independência financeira e por último da liberdade financeira.

Pensar em um plano de segurança financeira é pensar em garantir dinheiro suficiente para pagar as despesas básicas como educação, saúde, transporte, alimentação, moradia etc.

A segurança financeira é alcançada quando você tem condições de garantir o pagamento dessas despesas em três momentos:

  1. No presente, quando você garante seu padrão de vida atual;
  2. Em casos de imprevistos, como a perda de emprego, por exemplo;
  3. No futuro, quando seu plano é capaz de garantir seu padrão de vida na aposentadoria.

Assim, um plano de segurança financeira deve ser preparado para atender três condições:

  1. Segurança básica: Quando você pode pagar suas despesas básicas para manter o seu padrão de vida atual. Normalmente com o salário ou rendimento mensal;
  2. Segurança contra imprevistos: Quando você tem condições de pagar suas despesas básicas mesmo no caso de ocorrer um imprevisto;
  3. Segurança na aposentadoria: Quando você tem uma poupança ou plano de previdência que lhe garanta seu padrão de vida no futuro.

 

ERRO #4 COMPRAR PASSIVOS PENSANDO QUE SÃO ATIVOS

Erro #4 Comprar passivo pensando que é Ativo

Os ricos adquirem ativos e os pobres e a classe média adquirem obrigações.” (Robert Kiyosaki – Livro: Pai Rico, Pai Pobre).

 

Você considera seu carro um ativo? E a casa própria é um ativo?

A frase de Robert Kiyosaki ilustra claramente um equívoco cometido por muita gente.

Eu mesmo perdi muito dinheiro antes de conhecer e colocar em prática o verdadeiro significado de um ativo e um passivo sob o ponto de vista financeiro.

Se levarmos em conta o conceito convencional onde um ativo é igual a bens e direitos, e um passivo é igual a obrigações (conceito contábil), tanto a casa própria quanto um carro são bens.

Portanto são ativos!

Mas quando o assunto é construir riqueza e gerar patrimônio, não podemos considerar desta forma.

Sob o ponto de vista das finanças um ativo é tudo aquilo que pode ser adquirido ou criado que gere alguma renda para você.

Um ativo pode gerar ganhos únicos, como a venda de um imóvel, por exemplo.

Ou ganhos periódicos, como ações que rendem dividendos, e imóveis alugados que geram aluguéis.

Já um passivo financeiro é o oposto do ativo, é tudo aquilo que “tira” sua renda, que “tira” dinheiro do seu bolso.

Tudo aquilo que pode ser criado ou adquirido e que gere um fluxo de despesas deve ser considerado como passivo.

 

Crie ativos, não crie passivos.

 

Com esse conceito podemos concluir então que tanto a casa própria (onde se mora) quanto um carro não são ativos, mas sim passivos.

A casa própria gera um fluxo constante de despesas como manutenção e impostos.

Da mesma forma o carro também gera esse fluxo, tanto de manutenção, como de impostos e combustível.

Isso significa que você não deve adquirir a casa própria? Ou um carro?

Não é isso!

Esses são apenas exemplos para que você entenda que para construir riquezas é preciso saber distinguir o que coloca dinheiro no seu bolso e o que tira dinheiro dele.

Sabendo disso, busque cada vez mais aumentar a sua coluna de ativos, cada ativo que você adquire passa a trabalhar para você e gerar dinheiro.

Quanto mais ativos você possuir, mais dinheiro você ganhará.

Quanto mais passivos você possuir, mais dinheiro sairá do seu bolso.

 

ERRO #5 MANTER UM PADRÃO DE VIDA QUE NÃO SE SUSTENTA (MIMAR OS FILHOS COM O QUE NÃO PODE PAGAR POR EXEMPLO)

Erro #5 Manter um padrão de Vida que não se sustenta

Sucessores sabem ouvir “nãos”, herdeiros detestam os limites” Augusto Cury (Livro: Pais Inteligentes Formam Sucessores, não herdeiros)

 

Os pais querem o melhor para os filhos, não há dúvidas!

Porém esse “querer bem” muitas vezes extrapola barreiras do bom senso, e atitudes aparentemente benéficas passam a ser prejudiciais.

Imagine isso:

Pedro é um menino que ao longo de seus 6 anos já acumulou centenas de brinquedos dos mais variados. Possui duas bicicletas, sendo uma na cor vermelha, e outra na cor azul com o escudo de seu herói favorito.

 

 Quando havia completado 5 anos fez uma viagem maravilhosa para a Disneylândia junto com os pais. Em seu quarto exibe um televisor de última geração com a última versão do tão famoso videogame.

 

 Seu pai, Sr. João sente-se feliz por proporcionar ao filho o que não teve quando era criança e faz questão de frisar que faz o que for necessário para que seu filho tenha o que ele não teve.

Até aqui não há nada de errado com esta história não é mesmo? Vamos prosseguir.

Sr. João, mesmo trabalhando muitas horas a mais que o normal, e ainda fazendo algum dinheiro extra nos finais de semana não consegue cobrir as despesas mensais da casa.

 

 Embora esteja feliz em poder dar ao filho o que não tinha quando criança está doente e debilitado por causa do excesso de trabalho.

 

 Todos os meses paga apenas parte da fatura do cartão de crédito, está com a prestação do carro atrasada há 2 meses, e ainda está pagando as parcelas da viagem feita à Disney.

 

Você acha que o Sr. João está fazendo o melhor para o filho?

Querer o melhor para os filhos não significa fazer tudo o que eles querem (ou o que você quer para eles).

Muitos pais acham que tem o dever de proporcionar isso aos filhos, quando na verdade não é bem assim.

Aos pais cabe preparar os filhos para a vida real, como ela é.

Atitudes como a do Sr. João, mesmo que bem-intencionadas não preparam os filhos para a vida real, mas sim para uma ficção, um padrão de vida que não se sustenta.

 

Mantenha um padrão de vida dentro de suas possibilidades

 

Cometer o erro de proporcionar mimos aos filhos financiados por empréstimos e compras a prazo pode ser um preço muito caro a pagar.

Além de estar ensinando os filhos a “como ser um endividado”, está colocando a segurança financeira da família em risco.

Mimar os filhos é apenas uma situação!

Para os filhos, brinquedos como mimos. Para os adultos: o carro igual ao do vizinho, a casa mais bonita do bairro, a calça de marca da colega de trabalho.

É comum vermos pessoas que não reconhecem suas possibilidades financeiras e então gastam mais do que ganham e vivem pagando contas.

Não há nada de errado em querer um padrão de vida melhor, o que é preciso saber é que isso se constrói com o tempo.

Quer o melhor para você e para seus filhos?

Então se programe, faça planos financeiros, cuide de seu orçamento familiar, defina quais objetivos vocês querem alcançar e faça seus filhos participarem do processo.

Aos poucos você verá que manter um padrão de vida sustentável financeiramente irá aumentar e muito sua capacidade de poupança.

Conforme sua capacidade de poupança aumenta e sua riqueza vai sendo construída, você poderá ir aumentando seu padrão de vida gradativamente.

Gostou deste artigo? Então ajude alguém a não perder dinheiro cometendo erros financeiros banais como esses. Compartilhe este artigo com seus amigos através dos botões sociais abaixo.

Depois deixe um comentário sobre o que você achou deste artigo.

Sucesso e até um próximo artigo.

 

IPVA E IPTU: PAGAR À VISTA OU PARCELADO? ELIMINE DEFINITIVAMENTE ESTA DÚVIDA! (COM PLANILHA DE CÁLCULO GRÁTIS)

IPVA E IPTU: PAGAR À VISTA OU PARCELADO? ELIMINE DEFINITIVAMENTE ESTA DÚVIDA! (COM PLANILHA DE CÁLCULO GRÁTIS)

Se você já ficou em dúvida algumas vezes se devia pagar o IPVA e IPTU à vista ou parcelado, certamente você não está sozinho(a), muitas pessoas já tiveram (ou ainda tem) esta dúvida.

Este artigo vai lhe ensinar definitivamente como fazer a melhor escolha, de forma simples, e com uma ajudinha de uma planilha de cálculo gratuita.

Leia este artigo até o final e você vai ver também que é possível utilizar este cálculo  não só para o pagamento do IPVA ou do IPTU, mas para várias situações que envolvam estas duas formas de pagamento.

Sempre no Início de ano, vem imposto por aí!

Se não bastasse as contas corriqueiras do mês, ainda tem material e matrícula escolar, despesas de viagem (inclusive a revisão do carro – o que é muito importante antes de ir viajar), e claro, os tão esperados (talvez nem tão esperados assim) IPTU e IPVA.

Realmente não tem jeito, para quem não se preparou e não se planejou, essas despesas podem colocar em risco o equilíbrio das contas e gerar uma dorzinha de cabeça.

Bem, que esses impostos são o calo de muita gente já sabemos, mas esse artigo tem um objetivo específico: vejo muitas pessoas se perguntando o que é melhor, pagar o IPTU e IPVA à vista ou parcelado?

Essa dúvida vem de situações como: tenho dinheiro na poupança, devo tirar para pagar os impostos à vista?

Ou ainda: Se eu investir todo mês o valor da parcela do imposto para receber juros de um investimento seria mais vantajoso que aproveitar o desconto para pagamento à vista?

Em alguns casos as pessoas tomam a decisão pelo “achômetro”, é aquela decisão do acho que é melhor isso, ou acho que é melhor aquilo, sem fazer nenhum cálculo ou fazendo cálculos equivocados.

A partir de agora você não vai mais ficar em dúvida sobre qual forma de pagamento escolher: Se à vista ou parcelado.

Você vai entender quais as variáveis importantes para o cálculo e vai calcular facilmente com a planilha.

 

Mas afinal, como fazer a conta de forma correta? Qual a melhor decisão a se tomar? Pelo pagamento à vista ou parcelado?

 

Em primeiro lugar, uma situação de fácil decisão é que, se o pagamento à vista não dá nenhum desconto, é melhor o pagamento parcelado certamente (não esquecendo de programar a parcela do imposto no orçamento doméstico claro!)

Já no caso em que há desconto para pagamento à vista, independentemente do percentual, seja ele de 3%, 4%, 5%, 10% ou 15%, não importa! A melhor escolha financeira dependerá do cálculo correto.

Existem várias maneiras de fazer o cálculo para analisar a melhor opção.

Uma maneira fácil é basicamente descobrir se os juros embutidos no parcelamento são maiores ou menores do que o retorno que você teria se investisse o dinheiro ou não tirasse do investimento que você já possui.

Veja:

• Se o retorno do investimento (%) for MAIOR do que os juros embutidos no parcelamento, a melhor opção é o pagamento parcelado;
• Se o retorno do investimento (%) for MENOR do que os juros embutidos no parcelamento, então a melhor opção é o pagamento à vista.

 

Vamos deixar o “achômetro” de lado!

 

 

Para ajudar você a tomar uma decisão mais consciente, elaborei um planilha de cálculo super simples de usar e que fará você deixar o “achômetro” de lado, e definitivamente saber qual é a melhor opção no seu caso.

Você vai poder baixar a planilha gratuitamente no link logo abaixo, mas antes recomendo fortemente que você leia atentamente esse artigo até o final para que você compreenda algumas variáveis importantes que podem ser diferentes em cada caso, e que são de fundamental importância na tomada de decisão.

 

Quais as variáveis que devemos utilizar no cálculo?

 

Uma vantagem da planilha de cálculo que vou disponibilizar para você gratuitamente logo abaixo é que ela faz cálculos não só para o caso dos impostos IPTU e IPVA, mas também para todos os casos em que há opção de pagamento à vista ou parcelado.

Como tudo em finanças, a melhor decisão (pagar à vista ou a prazo – parcelado) não é a mesma para todos, isso vai depender de algumas variáveis que certamente serão diferentes em cada caso, vamos à elas:

Valor para pagamento à vista: É o valor cobrado para pagamento em uma única parcela à vista.

Número de parcelas: É o número de parcelas a serem pagas, 3x, 4x, 10x etc. Note que aqui tem uma pegadinha que muitas pessoas não dão conta, é o caso do parcelamento com uma parcela à vista e outras a prazo, ou seja, um valor deve ser pago de imediato (entrada), e os demais parcelados, o cálculo dos juros embutidos no parcelamento com entrada é bem diferente do parcelamento direto sem entrada.

Retorno do investimento: É o retorno em percentual (juros) que você obteria se deixasse aplicado o dinheiro (caso já tivesse investido), ou aplicasse o dinheiro optando por pagar parcelado. Esse percentual é muito relativo, e vai depender de cada perfil de investidor, pode ser algo mais conservador em torno de 0,6327% a.m como a caderneta de poupança (janeiro/2016), por exemplo, ou algo mais arrojado com maiores retornos 2%, 3%, 4% a.m.

Juros embutidos no parcelamento: Esse é o percentual que devemos calcular, é com ele que saberemos qual a melhor opção de pagamento. Os juros embutidos no parcelamento é o quanto está sendo cobrado a mais para parcelar o valor que em tese deveria ser pago à vista. De forma simples de se entender, quando parcelamos algo significa que alguém está pagando a conta à vista para nós. Para isso esse alguém nos cobra juros, esses juros estarão embutidos no valor das parcelas.

Agora que você já conhece as variáveis necessárias para o cálculo dos juros embutidos no parcelamento vamos ver dois exemplos práticos utilizando a planilha de cálculo que disponibilizo logo abaixo para download.

Exemplo de quando vale a pena pagar à vista

 

Supomos que você tenha a opção de pagar o IPVA à vista no valor de R$ 1.164,00, ou parcelado em 4 parcelas de R$ 300,00 sendo a primeira parcela no mesmo vencimento da cota única à vista e mais 3x de igual valor.

 

Melhor Opção pagamento à vista

 

Ao alimentarmos a planilha com as informações do nosso exemplo verificamos que o desconto para pagamento à vista é de 3% e que os juros embutidos nas prestações são de 2,07%.

Neste caso, utilizei o rendimento da poupança como retorno do investimento, como o rendimento da poupança é de apenas 0,633% a melhor opção é pelo pagamento à vista, isso porque o retorno (juros) do investimento é menor que os juros cobrados no parcelamento do imposto.

 

Exemplo de quando vale a pena pagar parcelado

Supomos que você tenha a opção de pagar o IPTU à vista no valor de R$ 1.358,00, ou parcelado em 12 parcelas de R$ 116,67 sendo a primeira parcela no mesmo vencimento da cota única à vista e mais 11x de igual valor.

 

Melhor opção pagamento parcelado

 

Ao alimentarmos a planilha com as informações do nosso exemplo verificamos que o desconto para pagamento à vista é de 3% e que os juros embutidos nas prestações é de 0,56%%.

Como utilizei o rendimento da poupança neste exemplo também, ou seja, de 0,633%, a melhor opção é pelo PAGAMENTO PARCELADO, isso porque o retorno (juros) do investimento é maior que os juros cobrados no parcelamento do imposto (0,56% a.m).

Agora você já sabe! Quando estiver em dúvida se deve pagar à vista ou a prazo (parcelado) é só baixar a planilha logo abaixo e fazer os cálculos.

 

Ajude alguém a fazer a melhor escolha também, compartilhe esta página com seus amigos:

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FAÇA O DOWNLOAD DA PLANILHA GRATUITA AQUI:

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Sucesso e até o próximo artigo.

 


 

INFLAÇÃO, DESEMPREGO, TURBULÊNCIA NA ECONOMIA: COMO CUIDAR DO SEU DINHEIRO EM ÉPOCAS DE CRISE?

INFLAÇÃO, DESEMPREGO, TURBULÊNCIA NA ECONOMIA: COMO CUIDAR DO SEU DINHEIRO EM ÉPOCAS DE CRISE?

Você está preparado para enfrentar tempos de turbulência? Entenda melhor como cuidar do seu dinheiro em épocas de crise, e aproveitar oportunidades que muitos deixarão passar despercebidas.

 

Crise para quem?

 

Isso mesmo, o já velho clichê: Crise para quem? Não posso deixar de iniciar este artigo com essa frase pelo simples motivo de que saber como cuidar do seu dinheiro em épocas de crise é uma das habilidades que separam as pessoas que “vivem a crise” daquelas que passam por ela com tranquilidade e saem dela ainda mais fortalecidos.

O fato é que uma crise econômica ou financeira, quando caracterizada como generalizada, faz com que momentos de inflação alta, de desemprego, juros altos, queda na produção etc. sejam vivenciados por todos, mas o dinheiro não some, não desaparece, apenas muda de mãos: Sai das mãos daqueles que “vivem a crise” e entra nas mãos daqueles que estão preparados para enfrentá-la.

Sei que se você está aqui lendo este artigo é porque realmente se preocupa com seu dinheiro e quer se preparar para tempos de crise, isso coloca você à frente da maioria das pessoas.

Buscar conhecimento a respeito do dinheiro e como cuidar melhor dele é um dos motivos que diferenciam os ricos das pessoas de mentalidade pobre, é como diz T. HARV em “Os segredos da mente milionária”:

“As pessoas ricas aprendem e se aprimoram o tempo todo. As pessoas de mentalidade pobre acreditam que já sabem tudo” 

 

Em qual área a crise pode afetar você?

 

Apesar de todos passarem pelos mesmos efeitos gerados por uma crise econômica, nem todos são afetados da mesma maneira.

Enquanto que para alguns a inflação, por exemplo, tende a ser mais relevante em função do perfil de consumo, para outros a insegurança da estabilidade no emprego pode ser a mais relevante.

Vou citar um exemplo:

Meu carro tem um tanque de combustível de 55 litros, até pouco tempo atrás encher o tanque com álcool me custava em média R$ 100,00, no último mês paguei em média R$ 135,00 por tanque abastecido.

Isso representa um aumento de 35% nas minhas despesas com combustível.

Veja que para mim o impacto nas despesas com combustível é muito significativo, 35%, mas, não necessariamente esse impacto irá afetar a todos, muitos utilizam outros meios de transporte que podem ter tido um impacto maior ou menor do que este.

Por isso, é importante ficar atento às áreas que possivelmente podem lhe afetar mais e assim se preparar para que o impacto seja o menor possível e, em uma condição ainda melhor, aproveitar oportunidades que por ventura possam surgir.

Aqui vão algumas dicas de como cuidar do seu dinheiro em épocas de crise e aproveitas as oportunidades que por ventura possam surgir na sua frente.

 

Quem tem um plano financeiro cuida melhor do dinheiro

 

As pessoas que tem um plano financeiro são mais propensas a passar por crises com mais tranquilidade, isso ocorre porque estão mais bem preparadas para tempos turbulentos, lidam melhor com as situações financeira adversas e estão sempre prontas para mudar de direção caso seja necessário.

Com seus planos e sonhos bem definidos em seu plano financeiro você terá maior confiança e determinação para enfrentar qualquer obstáculo que possa aparecer.

Você pode contratar um consultor para elaborar seu plano financeiro, ou com um pouco de estudo pode desenvolvê-lo você mesmo (Quer aprender a planejar melhor suas finanças? leia aqui sobre Planejamento Financeiro).

 

Endividar-se em épocas de crise não é uma boa ideia

 

Novas dívidas somente se estiver em seu orçamento. Compras à prazo (mesmo que sem juros), parcelas de empréstimos e financiamentos, devem ser evitadas, isso inclui das compras corriqueiras, até as de financiamentos imobiliários ou automotivos.

As compras parceladas podem se transformar em dores de cabeça caso haja uma queda nas entradas de dinheiro, com menos dinheiro o endividamento irá aparecer, e como ele todos os malefícios como pagamento de juros por inadimplência e até problemas com serviço de proteção ao crédito (SPC).

 

Queira revisar os gastos e ajustar o orçamento

 

Manter o orçamento em dia é uma obrigação para quem quer ter o controle da vida financeira, em épocas de crise pode haver a necessidade de ajustes, ter tudo na ponta do lápis facilita na hora de tomar uma decisão de corte de algumas despesas e/ou de redução de outras.

A revisão nos gastos deve começar pelas despesas de natureza secundária variável, ou seja, pelas despesas que não são obrigatórias e variam com frequência, são as despesas supérfluas. (veja a classificação das despesas aqui).

Em épocas de crise o melhor é apertar o cinto, não é hora de fazer novas despesas, principalmente fora do orçamento. Isso não significa deixar de comprar, apenas evitar compras desnecessárias, priorizar o essencial, comprar com inteligência e evitar desperdícios.

Mesmo que seu orçamento esteja em equilíbrio, pode ser necessário fazer ajustes a fim de aumentar sua capacidade de poupança garantindo uma reserva maior.

(Se você ainda não possui um orçamento doméstico ou familiar pode ser que você queira fazer um. Se desejar, você pode aprender a cuidar melhor do seu dinheiro com um orçamento doméstico aqui: Como elaborar um orçamento familiar passo a passo)

 

Quanto mais conhecimento, mais você estará preparado

 

Como tenho dito, o melhor investimento é o conhecimento. Lembro-me das palavras de minha mãe quanto eu era criança: “Meu filho, é melhor você estar preparado para agarrar uma oportunidade que “nunca” vai acontecer, do que acontecer e você não estar preparado”.

Estudar sobre investimentos, educação financeira, finanças pessoais, riquezas, negócios, produtividade. Ler jornais, revistas, e assistir ao noticiário econômico são hábitos de pessoas preocupadas com o dinheiro e com as finanças.

O momento em que vivemos é o momento da informação e do conhecimento, quem estiver de posse desses fatores com certeza terá melhores condições de sucesso.

Se você quer dar os primeiros passos rumo ao enriquecimento, você pode aprender como fazer isso baixando gratuitamente o e-book OS PRIMEIROS PASSOS PARA O ENRIQUECIMENTO, “Porque você merece saber disso!”

 

 

Os primeiros passos para o Enriquecimento

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Se você quer dar os primeiros passos rumo ao enriquecimento, você pode aprender como fazer isso no E-book GRATUITO

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Aumentar suas reservas financeiras deixará você mais preparado e seguro

 

Sabemos que um colchão financeiro é necessário para que estejamos prevenidos contra imprevistos, em épocas de turbulência financeira é preciso ficar atento ainda mais a este respeito.

Se você não possui uma reserva de emergência, pode querer ficar mais seguro e protegido fazendo uma, se já possui, aumentá-la irá fortalecer esta proteção.

Buscar a segurança financeira também é uma forma de cuidar do dinheiro, tendo uma reserva de emergência você protege seu dinheiro e seu patrimônio de gastos inesperados.

Para aumentar suas reservas não há fórmula mágica, existem apenas duas maneiras para que isso seja possível, aumentando a renda (uma renda extra por exemplo) ou cortando gastos.

A princípio pode ser necessário um esforço a mais para que isso seja concretizado, porém, no final das contas vale muito a pena. Se você não precisar usar suas reservas, quando a tempestade passar terá condições de aproveitar boas oportunidades de investimentos com elas.

 

Saiba aproveitar as oportunidades de negócio

 

Para quem tem espírito de empreendedor, em tempos de crise as oportunidades de negócios se ampliam, isso se dá justamente pelo motivo que já mencionei anteriormente: muitas pessoas não estão preparadas nem técnica nem emocionalmente para enfrentar uma crise econômica, isso faz com que grandes oportunidade de negócio passem despercebidas por elas.

Quem está preparado com certeza terá uma visão melhor do que está acontecendo e não deixará que boas oportunidades passem despercebidas.

Atitudes como acompanhar o mercado imobiliário, o mercado de ações e observar novas necessidades de consumo que possam surgir por exemplo, irão aumentar muito suas chances de ter novas idéias de negócio e de aproveitar oportunidades de investimentos.

 

Fique de olho em seus Investimentos

 

O mercado costuma oscilar muito em épocas de crise econômica, as bolsas e o mercado cambial ficam mais voláteis, o investidor deve ter muita cautela, e ficar atento a essas variações.

Para proteger o dinheiro neste período a melhor estratégia é manter uma pequena parcela das economias em renda variável, e uma parcela maior em renda fixa.

Investimentos atrelados à inflação como as NTN-B principal que paga uma taxa fixa + IPCA (índice de preços ao consumidor Amplo) pode ser uma boa alternativa para longo prazo.

Claro que em momentos assim também surgem grandes oportunidades de investimento, para quem está bem preparado e possui sangue frio é uma boa chance de adquirir ativos a preços mais baixos e multiplicar o patrimônio.

 

Resumo

 

Vamos revisar o que você viu nestes artigo sobre como cuidar melhor do seu dinheiro em épocas de crise, e os links para que você possa ler mais sobre os assuntos relacionados:

 

1. É bom fazer uma análise sobre qual área você pode sofrer mais com a crise

2. Quem tem um plano financeiro cuida melhor do dinheiro

 Planejamento Financeiro

3. Endividar-se em épocas de crise não é uma boa ideia

4. Queira revisar os gastos e ajustar o orçamento

Como classificar as despesas
• Como elaborar um orçamento familiar passo a passo;

5. Quanto mais conhecimento, mais você estará preparado

 Baixe o livro eletrônico GRATUITO: OS PRIMEIROS PASSOS PARA O ENRIQUECIMENTO, porque você precisa saber disso!

6. Aumentar suas reservas financeiras deixará você mais preparado e seguro

• Fundo de emergência-5 Razões para você ter um
• Como ganhar dinheiro extra

7. Saiba aproveitar as oportunidades de negócio

8. Fique de olho em seus Investimentos

Este artigo foi útil para você? Deixe seu comentário logo abaixo!

 

Sucesso e até o próximo artigo!